Ao chegarem em Lua Alta o grupo seguiu em direção a torre de Aleph com uma dúvida em suas cabeças, Laeral comentara que a Beladona era usada geralmente por magos malignos em rituais de necromancia. Uma vez na torre do mago, eles concordaram em entregar a ele a encomenda somente se o ritual de invocação do mago vermelho pudesse ser obervado por eles. Apos algumas negociações Aleph aceita as condições alé mde entregar ao grupo uma quantia considerável de armas e armaduras mágicas. O ritual irá acontecer amanha, enquanto isso Aleph fará os preparativos para a complicada conjuração.
O grupo sai para a cidade para comprerem novos suprimentos e se curarem nos templos. As ruas da cidade ja estao com várias tendas médicas e todos estão trabalhando freneticamente no reforço das muralhas ao norte. Ao que parece enquanto eles estavam na vigília negra os ataques dos drows aumentaram muito. Alguns boatos dizem que eles estariam trazendo ate mesm omaquinas de guerra do submundo para atacar a cidade. Chegando a noite, ao retornarem para a taverna onde estão dormindo, o grupo passa em frente a torre de Aleph. Em meio a luz da lua cheia eles conseguem identificar tres homens de robes vermelhos e tatuagens azuis entrando pela torre rapidamente. Geshtar, sabendo a reputação dos magos vermelhos de Thay, convoca o grupo para que eles possam ver oque esta acontecendo. O som de várias explosões se segue vindo da torre e os herois sobem correndo para ajudaram o mago. Ao chegarem la os tres magos de Thay lutam com magias extremamente fortes contra Aleph, que se defende do melhor jeito possível. A batalha contra os magos toma algum tempo mas os aventureiros conseguem a vantagem e matam quase todos. O último mago porém, consegue invocar um portal e fugir antes de ser pego. Aleph diz aos jovens que ele não deve esconder seus propósitos mais, os rituais que ele iria realizar seriam feitos para conseguir comprovar as intenções do magos vermelhos em lua alta. Ja faz alguns meses que Aleph vasculhava as ações dos magos e ele descobrira que estes planejavam se infiltrar no governo de Lua Alta para ganharem a confiança de Theremen. Após isso eles pretendiam abrir um mercado de itens mágico feitos por mão de obra escrava na cidade. Aleph vinha tentando desmascarar essa atividade mas havia esbarado com algo mais importante ainda. Ao que parece os magos de Thay também estavam atras de algum artefato antigo relacionado com o Flagelo do Caos. Aleph pede que eles venham o ver no dia seguinte pois tem mais coisas importantes a falar com eles.
Apos dormirem o grupo sai pelas ruas da cidade, vendo como todos estão trabalhando cada vez mais para reforçarem as defesas, e passam pela casa de Josan, a sede da ordem Flagelo do Caos. Porem oque eles encontram são escombros chamuscados do que um dia foi uma casa. Josan esta sentado ao lado lamentando e conta a eles que o Sharn atacou novamente vários membros da ordem, e que dessa vez ele chegou a entrar na sede e destruiu tudo oque havia pela frente. A ordem esta com pouquíssimso membros agora, e ainda por cima eles tiveram que ceder mais quatro membros para a pesquisa das ruínas da cidadela sem sol. Magnus se propõe a ajudar Josan em qualquer coisa que eles precisem e o grupo segue para a torre de Aleph.
Lá o mago os conta que depois de muitos anos de busca, ele descobriu um artefato chamado Crishal Tirith. Tal artefato provavelmente pertenceu a Ordem do Flagelo do Caos em tempos muito remotos e este possui poderes formidáveis que poderiam ajudar Lua Alta a repelir o ataque drow. Porém os magos vermelhos também descobriram sobre tal artefato e estão atras dele. Para piorar as coisas Crishal Tirith parece estar selada dentro de um antigo reino chamado Soltis e eles precisam da chave do encantameto para conseguir libertar o poder de tal artefato. Esse item mágico é tão antigo que a própria ordem se esqueceu dele ou de seus poderes ao que parece. Porem apos ter descobertos algumas relíquias na cidadela sem sol Aleph conseguiu recriar por meios mágicos a chave de Soltis, ou oque ele achava ser a chave do encantamento. Essa chave estava no formato da espada curta dada a Elrond. Segundo ele a luz que a espada emitia a noite os guiaria até onde o encantamento estava selando o artefato. Porém os jovens deveriam fazer isso o mais rápido possível e sem contar neim mesmo a Josan sobre o plano. Os magos vermelhos tinham espiões em todos os lugares, e eles pretendiam pegar Crishal Tirith para eles antes que qualquer outra pessoa. Após aceitar a missão os herois saem da torre de Aleph se preparando para partir para o sul, onde supostamente estaria o encantamento a ser quebrado. Nesse instante um estrondo enorme quebra toda a monotonia da cidade e um clarão vermelho é visto ao norte. Logo em seguido vários outros estrondos são ouvidos, seguidos de bolas de fogo riscando os ceus do norte em direção as muralhas. O ataque drow começara. Instintivamente o grupo segue para as muralhas ao norte, mas Aleph os impede. Lua Alta resistiria a um ataque drow, a missão deles era mais importante agora. Deixando para traz uma cidade sendo bombardeada pelos trabucos de guerra dos drows os aventureiros partem para o sul, seguindo a luz da espada mágica de Elrond e com um certo arependimento em seus corações.
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terça-feira, 2 de março de 2010
Reporte de campanha O legado da Ordem, 4
Após um dia de viagem os aventureiros encontram-se com a elfa Laeral nas bordas da aldeia de Brinstar. Ela usa uma jangada para leva-los rio acima em direção à Vigília Negra. No cominho um combate feroz com Drows do submundo acontece durante a noite mas ninguem se fere gravemente. Ao chegar ao ponto extremo do rio ao norte Laeral os entrega uma trombeta prateada, dizendo que ela ficará ali esperando o sinal pra que ela possa voltar para busca-los.
Partindo para a floresta escura o grupo nota cada vez mais a decadência da natureza conforme se aprocima da Vigília. Várias aranhas monstruosas guardam as poucas trilhas esquecidas daquele local e muitas batalhas são travadas, mas apos algumas horas de caminhada eles finalmente encontram algumas trilhas que parecem seguir para o norte. Nestas trilhas os aventureiros encontram vários horrores e fantasmas que procuram tirar a vida deles, dentre vários seres uma abominação em especial chega a drenar toda mente de Elrond e Tavos, deixando-os incapacitados por um bom tempo.
Ao explorarem melhor aquela área da floresta o grupo descobre que devem existir portais ou coisas do gênero naquela área pois por vezes eles andam em linha reta e retornam ao mesmo loca. Porém, depois de dois dias de buscas, eles finalmente chegam a uma clareira que cheira a podridão e morte, nesse local todos subtamente desmaiam tendo como última visão um enorme Sharn espreitando-os. Ao acordarem eles se deparam com uma enorme cidade, cercada por muralhas altas e retas, ao longe eles vêem vários camposnese a entrar e sair de tal lugar em sua vida cotidiana. A visão do reino de Soltis os deslumbra enquanto eles vêem ao seu lado o próprio Derfel aparecer.
A visão se apaga em suas mentes e o cheiro de podridão volta a tomar conta de tudo. Eles estão novamente na clareira. Magnus ainda zonzo jura ver a imagem de Derfel logo onde estava o Sharn a pouco, mas a visão se desfaz. Ignorando esse desmaio repentino o grupo segue em frente se deparando agora com uma enorme ravina negra que emana podridão. Eles encontraram o início da grande fenda chamada Vigília Negra. Todo o local emana maldade e ficar ali ja é um ato que exigia muito deles. Apos procurar um pouco Elrond encontra a planta amarada em um arbusto que logo os ataca. O monstro os ataca com tentáculos de ramos que sufucam Elrond até ele cair em batalha. Geshtar conjura os fogos dos novo infernos enquanto Magnus golpeia a criatura com sua espada larga. Apos uma luta mortal os herois saem vitoriosos, porém extremamente debilitados. O som de várias aranhas surge da fenda enquanto eles vêem outros arbustos se aproximando. Um corrida em direção ao rio acontece em seguida, os aventureiros lutando para escapar daquele lugar assombrado enquanto eles tocam a trombeta prateada desesperadamente.
Ao chegarem na margem Laeral ja os aguarda, ansiosa por sair daquele local. Eles descem com a ajuda da corenteza a seu favor e chegam rapidamente a Lua Alta. Uma vez la, seguem para a torre de Aleph para receberem sua merecida recompensa.
Partindo para a floresta escura o grupo nota cada vez mais a decadência da natureza conforme se aprocima da Vigília. Várias aranhas monstruosas guardam as poucas trilhas esquecidas daquele local e muitas batalhas são travadas, mas apos algumas horas de caminhada eles finalmente encontram algumas trilhas que parecem seguir para o norte. Nestas trilhas os aventureiros encontram vários horrores e fantasmas que procuram tirar a vida deles, dentre vários seres uma abominação em especial chega a drenar toda mente de Elrond e Tavos, deixando-os incapacitados por um bom tempo.
Ao explorarem melhor aquela área da floresta o grupo descobre que devem existir portais ou coisas do gênero naquela área pois por vezes eles andam em linha reta e retornam ao mesmo loca. Porém, depois de dois dias de buscas, eles finalmente chegam a uma clareira que cheira a podridão e morte, nesse local todos subtamente desmaiam tendo como última visão um enorme Sharn espreitando-os. Ao acordarem eles se deparam com uma enorme cidade, cercada por muralhas altas e retas, ao longe eles vêem vários camposnese a entrar e sair de tal lugar em sua vida cotidiana. A visão do reino de Soltis os deslumbra enquanto eles vêem ao seu lado o próprio Derfel aparecer.
A visão se apaga em suas mentes e o cheiro de podridão volta a tomar conta de tudo. Eles estão novamente na clareira. Magnus ainda zonzo jura ver a imagem de Derfel logo onde estava o Sharn a pouco, mas a visão se desfaz. Ignorando esse desmaio repentino o grupo segue em frente se deparando agora com uma enorme ravina negra que emana podridão. Eles encontraram o início da grande fenda chamada Vigília Negra. Todo o local emana maldade e ficar ali ja é um ato que exigia muito deles. Apos procurar um pouco Elrond encontra a planta amarada em um arbusto que logo os ataca. O monstro os ataca com tentáculos de ramos que sufucam Elrond até ele cair em batalha. Geshtar conjura os fogos dos novo infernos enquanto Magnus golpeia a criatura com sua espada larga. Apos uma luta mortal os herois saem vitoriosos, porém extremamente debilitados. O som de várias aranhas surge da fenda enquanto eles vêem outros arbustos se aproximando. Um corrida em direção ao rio acontece em seguida, os aventureiros lutando para escapar daquele lugar assombrado enquanto eles tocam a trombeta prateada desesperadamente.
Ao chegarem na margem Laeral ja os aguarda, ansiosa por sair daquele local. Eles descem com a ajuda da corenteza a seu favor e chegam rapidamente a Lua Alta. Uma vez la, seguem para a torre de Aleph para receberem sua merecida recompensa.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Reporte de campanha O legado da Ordem, 3
Tendo descoberto a verdadeira identidade do assassino de jovens e ainda descobrindo os planos dos magos vermelhos os aventureiros atraíram atenção para sí mesmos. Josan conta a eles mais sobre a ordem e os explica que ela supostamente foi criada por Derfel Cadarn, um paladino extremamente poderoso e servo de Torm. Segundo as lendas ele teria criado um grande reino chamado Soltis, que recebia energia e prosperava devido a um artefato de enorme poder chamado estilha de cristal que estaria enterrado no coração do reinado. Mas estas eram somente lendas segundo Josan. Mas oque ele não sabia era que de fato os aventureiro acharam na Cidadela sem sol várias inscrições sobre Derfel e sua aliança com Ashardalon, bem como outras mencionando Soltis.
Já aliados a Josan, este conta ao grupo que outro problema vem afligindo a ordem ultimamente. Membros dela houveram desaparecido recentemente. Devido aos crimes recentes do esfolador eles acharam que o autor dos assassinatos era a criatura, porém mesmo depois dos herois terem matado o carniçal membros da ordem contiuaram a serem atacados. Reportagens recentes indicavam que o agressor era algum tipo de monstro negro e gigante, com cabeça de serpente. Isso preocupa Geshtar pois quando ele entrou nas lembranças do joven curtidor, o ser que parecia ter enfeitiçado o jovem inocente parecia ser uma, ou três exatamente, enorme serppente negra. Josan diz que a ordem esta receosa, ja que além disso os drows precionam cada vez mais a cidade pelo norte e ele teme pelo futuro da cidade.
Enquanto isso o mago Aleph contrata os aventureiros para que viagem ao norte para obterem uma planta chamada beladona. O pagamente seria feito em itens mágicos e uma escolta élfico os guiaria até perto do local. Geshtar, desconfiando do mago, consegue estrair dele preciosas informações. A planta seria usada para um ritual de conjuração dos mortos, Aleph iria invocar a alma do mago vermelho de Thay, morto dias atrás, para interroga-lo. O encantamento permitiria saber mais sobre os planos de Thay para com lua alta e como evita-los.
Assim os aventureiros parte para a aldeia éfica de Brinstar em busca de Laeral, a escolta éfica. Enquanto isso a ordem do flagelo do caos fica em Lua Alta para descobrir oque ou quem esta organizando os atacas a eles e qual a relação disso com o esfolador...
Já aliados a Josan, este conta ao grupo que outro problema vem afligindo a ordem ultimamente. Membros dela houveram desaparecido recentemente. Devido aos crimes recentes do esfolador eles acharam que o autor dos assassinatos era a criatura, porém mesmo depois dos herois terem matado o carniçal membros da ordem contiuaram a serem atacados. Reportagens recentes indicavam que o agressor era algum tipo de monstro negro e gigante, com cabeça de serpente. Isso preocupa Geshtar pois quando ele entrou nas lembranças do joven curtidor, o ser que parecia ter enfeitiçado o jovem inocente parecia ser uma, ou três exatamente, enorme serppente negra. Josan diz que a ordem esta receosa, ja que além disso os drows precionam cada vez mais a cidade pelo norte e ele teme pelo futuro da cidade.
Enquanto isso o mago Aleph contrata os aventureiros para que viagem ao norte para obterem uma planta chamada beladona. O pagamente seria feito em itens mágicos e uma escolta élfico os guiaria até perto do local. Geshtar, desconfiando do mago, consegue estrair dele preciosas informações. A planta seria usada para um ritual de conjuração dos mortos, Aleph iria invocar a alma do mago vermelho de Thay, morto dias atrás, para interroga-lo. O encantamento permitiria saber mais sobre os planos de Thay para com lua alta e como evita-los.
Assim os aventureiros parte para a aldeia éfica de Brinstar em busca de Laeral, a escolta éfica. Enquanto isso a ordem do flagelo do caos fica em Lua Alta para descobrir oque ou quem esta organizando os atacas a eles e qual a relação disso com o esfolador...
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Reporte de campanha O legado da Ordem, 2
Seguindo na estrada de terra batida, os jovens aventureiros viram uma coluna de fumaça saindo de um pequeno matagal, ao tentarem investigar o grupo se viu emboscado por um bando de gnolls saqueadores. A luta durou um bom tempo, e no auge da batalha Geshtar, um jovem mago elfo surgiu para ajuda-los. Passada a batalha Geshtar decide ir junto com os aventureiros para lua alta.
Mal chegando na grande cidade eles são surpreendidos por um grito agudo de uma jovem. Correndo para o local eles vêem uma jovem aos prantos e um enorme vulto fugindo pelos becos escuros da cidade baixa. Magnus e Tavos tentaram seguir a criatura, porem a atitude foi em vão ao chegar nos esgotos o monstro fugiu sem rastros pelo sistema subterrâneo da cidade. Enquanto isso Elrond e Osbourn consoloam a jovem, descobrindo que um jovem muito atraente houvera chamado ela para aquele beco. Ela se sentiu compelida a obedecer ele, mas assim que ela chegou perto o sulficiente ela notou que na verdade se tratava de um monstro parecido com um lobisomem. Assim que os aventureiros chegaram devido ao grito dela, a criatura rosnou e fugiu para longe.
Conforme Geshtar e Tavos retornaram um jovem paladino chegou no lugar. Ele se apresentou como Josan e após algumas explicações os aventureiros ganharam a confiança dele e foram convidados a se encontrarem na manhã seguinte com ele em frente a enorme biblioteca da cidade, as Folhas do Aprendizado.
Após a noite numa boa taverna local eles encontram Josan esperando por eles no local combinado. O paladino explica que Lua Alta esta passando por momentos difíceis atualmente, do oeste o Rei da Tempestade ameaça frequentemente invadir as terras dos vales se o tributo não for pago, do norte os drows se aproximam cada vez mais pela vasta floresta de cormanthor e para piorar as coisas um monstro que mata jovens moças da cidade parece ter surgido do nada. Ele pede ajuda dos jovens para que eles descubram onde vive tal monstro e o matem de uma vez por todas. Aceitando o desafio o grupo destemido segue pela cidade para investigar tais crimes e conseguir encontrar pistas que levem ao monstro.
Após alguns dias agitados juntando peças do quebra-cabeças os aventureiro descobrem que o monstro possa ter relação com o jovem e bobo curtidor de couros que trabalha perto dos esgotos da cidade. Em especial Elrond consegue alguns contatos com o círculo de druidas locais e descobre informações cruciais. Mas as buscas deles despertaram a curiosidade de pessoas importante e eles receberam uma carta assinada em sangue mandando que eles parassem as investigações, também foi graças a essas investigações que eles despertaram o interresse do mago Aleph no grupo. O mago prometera lhes passar informações importantes depois que eles concluíssem a missão atual deles. Após algumas sábias magias de Geshtar os heróis descobriram que o jovem curtidor havia sido alvo de alguma magia ou encanto maligno quando ele estava ao norte, perto de um local chamado vigília negra. Após retornar ele ficou enlouquecido e começou a matar as jovens durante a noite. Ao seguirem ele após o por-do-sol eles vêem a trasnformação do jovem acontecendo e ele se tornando um enorme carniçal que parte para cima deles uivando. A luta é perigosa e mortal mas por fim Magnus da um golpe de misericórdia, matando a besta infernal.
Ao retornarem para a cidade descobrem que um mago mercador foi morto de forma horrenda enquanto estavam na área da cidade baixa. Perguntando ao extraplanar que eles conheceram, o Rakshassa Saghar Samkif, eles descobrem que na verdade o mago assassinado era um dos Magos Vermelhos de Thay e ele planejava abrir na cidade um comércio de itens fabricados via trabalho escravo. O Rakshassa adimite ter sido ele o assassino, e os motivos eram que o mago estava tentando jogar a culpa dos crimes do esfolador sobre o Rakshassa.
Tendo cumprido a missão de Josan este os agradece profundamente e adimite ver um grande potencial no grupo iniciante de aventureiros. Ao saírem, Josan chama Magnus em particular e explica a ele que existe uma antiga ordem de paladinos, o Flagelo do Caos, do qual ele faz parte. Essa ordem existe desde tempos imemoriáis para proteger o povo de fâerun e Magnus possui o coração puro para que ele possa participar da ordem. Josan diz que ainda é cedo, mas se Magnus continuar nesse caminho poderá se juntar a ordem...
Mal chegando na grande cidade eles são surpreendidos por um grito agudo de uma jovem. Correndo para o local eles vêem uma jovem aos prantos e um enorme vulto fugindo pelos becos escuros da cidade baixa. Magnus e Tavos tentaram seguir a criatura, porem a atitude foi em vão ao chegar nos esgotos o monstro fugiu sem rastros pelo sistema subterrâneo da cidade. Enquanto isso Elrond e Osbourn consoloam a jovem, descobrindo que um jovem muito atraente houvera chamado ela para aquele beco. Ela se sentiu compelida a obedecer ele, mas assim que ela chegou perto o sulficiente ela notou que na verdade se tratava de um monstro parecido com um lobisomem. Assim que os aventureiros chegaram devido ao grito dela, a criatura rosnou e fugiu para longe.
Conforme Geshtar e Tavos retornaram um jovem paladino chegou no lugar. Ele se apresentou como Josan e após algumas explicações os aventureiros ganharam a confiança dele e foram convidados a se encontrarem na manhã seguinte com ele em frente a enorme biblioteca da cidade, as Folhas do Aprendizado.
Após a noite numa boa taverna local eles encontram Josan esperando por eles no local combinado. O paladino explica que Lua Alta esta passando por momentos difíceis atualmente, do oeste o Rei da Tempestade ameaça frequentemente invadir as terras dos vales se o tributo não for pago, do norte os drows se aproximam cada vez mais pela vasta floresta de cormanthor e para piorar as coisas um monstro que mata jovens moças da cidade parece ter surgido do nada. Ele pede ajuda dos jovens para que eles descubram onde vive tal monstro e o matem de uma vez por todas. Aceitando o desafio o grupo destemido segue pela cidade para investigar tais crimes e conseguir encontrar pistas que levem ao monstro.
Após alguns dias agitados juntando peças do quebra-cabeças os aventureiro descobrem que o monstro possa ter relação com o jovem e bobo curtidor de couros que trabalha perto dos esgotos da cidade. Em especial Elrond consegue alguns contatos com o círculo de druidas locais e descobre informações cruciais. Mas as buscas deles despertaram a curiosidade de pessoas importante e eles receberam uma carta assinada em sangue mandando que eles parassem as investigações, também foi graças a essas investigações que eles despertaram o interresse do mago Aleph no grupo. O mago prometera lhes passar informações importantes depois que eles concluíssem a missão atual deles. Após algumas sábias magias de Geshtar os heróis descobriram que o jovem curtidor havia sido alvo de alguma magia ou encanto maligno quando ele estava ao norte, perto de um local chamado vigília negra. Após retornar ele ficou enlouquecido e começou a matar as jovens durante a noite. Ao seguirem ele após o por-do-sol eles vêem a trasnformação do jovem acontecendo e ele se tornando um enorme carniçal que parte para cima deles uivando. A luta é perigosa e mortal mas por fim Magnus da um golpe de misericórdia, matando a besta infernal.
Ao retornarem para a cidade descobrem que um mago mercador foi morto de forma horrenda enquanto estavam na área da cidade baixa. Perguntando ao extraplanar que eles conheceram, o Rakshassa Saghar Samkif, eles descobrem que na verdade o mago assassinado era um dos Magos Vermelhos de Thay e ele planejava abrir na cidade um comércio de itens fabricados via trabalho escravo. O Rakshassa adimite ter sido ele o assassino, e os motivos eram que o mago estava tentando jogar a culpa dos crimes do esfolador sobre o Rakshassa.
Tendo cumprido a missão de Josan este os agradece profundamente e adimite ver um grande potencial no grupo iniciante de aventureiros. Ao saírem, Josan chama Magnus em particular e explica a ele que existe uma antiga ordem de paladinos, o Flagelo do Caos, do qual ele faz parte. Essa ordem existe desde tempos imemoriáis para proteger o povo de fâerun e Magnus possui o coração puro para que ele possa participar da ordem. Josan diz que ainda é cedo, mas se Magnus continuar nesse caminho poderá se juntar a ordem...
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Reporte de campanha O legado da Ordem, 1
Tudo começou em Carvalho envelhecido.
Um inesperiente (e não muito promissor) grupo de jovens aventureiros estavam vagando pelas terras dos Vales quando resolveram passar a noite naquela pequena cidade que ficava no leito de uma das principais estradas por aqueles lados.
A velha comerciante, Senhora Ulkrele, os recebeu amigavelmente e notando que se tratavam de aventureiros pediu ajuda a eles para uma missão. Os aventureiros deveriam procurar em uma ruína local os dois sobrinhos de Ulkrele, que tinham saido para tal local procurando desvendar as ruínas e descobrir porque os goblins que moravam ali estavam matando o gado da cidade com tanta frequencia. Em último caso, se os sobrinhos estivessem mortos os aventureiros deveriam trazer os sinetes que eles usavam com o emblema da família Ulkrele.
Após pegarem mantimentos e descansarem os destemidos aventureiros partiram para as ruínas, conhecidas como a Cidadela sem Sol.
Depois de um dia a cavalo os jovens chegaram a uma enorme fenda que cruzava a estrada antiga. Nas bordas da fenda alguns pilares com inscrições em Dracônico adornavam a enorme ravina. Osborns com seus vastos conhecimentos linguísticos descobriu que o local parecia ter sido um templo de adoração a alguma raça antiga de dragões, em especial um enorme dragão chamado Ashardalon. Continuando a busca os aventureiros desceram pela ravina por cordas e chegaram a uma enorme galeria subterrânea que parecia ter engolfado de uma só vez uma cidadela inteira. Aquilo parecia ter sido obra de algum desmoronamento muito antigo, segundo as lendas locais a cidadela ja havia desaparecido da superfícia a algumas centenas de anos.
Descendo pela torre espiral mais alta da cidadela (pois era somente lá que a corda conseguira chegar) os heróis chegaram em um andar mais sólido e estável da cidade subterrânea. Melhor acostumados com a baixíssima luminosidade, proveniente das tochas que eles trouxeram, ele puderam ver que os lados da cidadela estavam envoltos em escombros totalmente instáveis, e se eles quisessem procurar os sobrinhos da mercadora ele deveriam entrar na cidadela em sí.
Lá dentro eles travaram algumas batalhas contra um grupo de kobolds e goblins, mas estes pareciam estar mais preocupados com alguma outra coisa. Após algumas batalhas os aventureiros ficaram sabendo (graças a Meepo um jovem kobold) que havia uma guerra constante entre os kobols e goblins pelo domínio da cidadela. Além disso os goblins pareciam ter um chefe terrível chamado Tordek que teria capturado um grupo de humanos que se aventurou recentemente por ali. Tordek servia ainda a um outro ser que poucos kobolds sabiam a respeito, um certo Berlak o proscrito.
O grupo conceguiu negociar um salvo conduto entre os kobolds, desde que eles exterminassem os goblins e conseguissem de volta Calxytrizz, o joven dragão que os kobols tinham como mascote. Infelizmente o grupo não pode cunprir o segundo requisito porque o dragão branco ja tinha sido morto por eles em uma batalha árdua de vida ou morte (de fato o sopro de gele quase matara metade do grupo). Porém em relação aos goblins, o grupo destemido fez uma ataque ousado e certeiro contra o covil das criaturas repugnantes. Com a ajuda de Meepo e um jovem gnomo, que encontraram como prisioneiro dos goblins, o grupo investiu furiosamente contra o ninho dops goblins e mataram todos eles, culminando com uma grande batalha na sala do trono do chefe Tordek. Infelizmente porém o destemido Meepo morreu nesse ataque, e para sempre nossos sentimentos ficaram com essa nobre criaturinha...
Exaustos da batalha, o grupo descançou em uma pequena sala que eles haviam asegurado anteriormente. Ao acordarem eles acabam encontrando pelos corredores da Cidadela um outro aventureiro que tinha vindo pelo chamado da senhora Ulkrele, Elrond. Depois de alguns minutos de conversa Elrond se junta ao grupo e decide ajuda-los.
Prosseguindo pela masmorra, os jovens descem pela sala do trono para um segundo level subterrâneo da Cidadela. Lá embaixo eles encontram uma paisagem estranha, com milhares de fungos verdes e lilazes brilhanto nas paredes com uma luz doentia. Alguns esqueletos (que foram protamente mortos pelo grupo) assim como alguns goblins e uns poucos bugbears pareciam fazerem trabalhos de jardinagem no local todo.
O grupo explora esse segundo nível todo e após alguns encontros tanto com os bugbears guardiões desse local quanto com alguns monstros típicos de climas subterrâneos (como os toquaas) eles chegam a conclusão de que aquilo parece um tipo de estufa subterrânea, e o tal Berlak lidera todo esse processo.
Decididos a procurar Berlak e acharem os sobrinhos da mercadora, o grupo tenta criar uma armadilha para o proscrito, mas antes resolvem dormir em uma pequena sala que eles haviam encontrado trancada. Mal sabiam eles que aquele era o proprio quarto de Berlak...
Acordados durante o sono pelo barulhos de alguem arombando a porta os heróis descobrem estarem cercados por umas dezenas de monstros sobre o controle de Berlak. Uma luta ferrenha é travada, muitos dos herois desmaiam mas finalmente eles conseguem matar todos os ramos secos, bem como o druída proscrito Berlak. Na luta eles também foram obrigados a matar a sobrinha da senhora Ulkrele. Ao que parece Berlak tinha a posse de uma árvore que havia sido infundida com sangue de vampiro. Tal árvore havia transformado a sobrinha da mercadora em um fantoche sobre o comando de Berlak. O druída planejava espalhar os frutos dessa árvore pelo resto do mundo e repopular a superfície com seus ramos secos. Mas graças aos aventureiros o plano dele havia falhado.
De posse dos sinetes, e levando um dos corpos para um enterro honrado, os jovens voltam para a cidade (não sem antes terem um mal entendido com os kobolds, graças a Osborn, que resultou na morte de todos eles com exceção de sua líder que jurou vingança e fugiu). Na cidade a senhora fica extremamente agradecida e recompensa devidamente cada aventureiro, bem como organiza uma festa em homenagem aos bravos heróis.
Uma noite de diversão e bebedeiras é aproveitada por todos com exceção de Quarion que havia sido preso por ter brigado durante o dia com o caçador local da vila.
Após isso os heróis seguem o Passo do Trovão ruma a Lua Alta. Pelo que eles viram no templo de Ashardalon, haviam alí uma espada muito forte e mágica, continuando a investigação eles ficaram sabendo que um certo mago Aleph teria comprado essa espada e a levado a Lua Alta. Mal sabiam eles que um jovem mago elfo os seguia pela estrada, procurando mais conhecimento sobre as propriedade arcanas daquela espada e do mago...
Um inesperiente (e não muito promissor) grupo de jovens aventureiros estavam vagando pelas terras dos Vales quando resolveram passar a noite naquela pequena cidade que ficava no leito de uma das principais estradas por aqueles lados.
A velha comerciante, Senhora Ulkrele, os recebeu amigavelmente e notando que se tratavam de aventureiros pediu ajuda a eles para uma missão. Os aventureiros deveriam procurar em uma ruína local os dois sobrinhos de Ulkrele, que tinham saido para tal local procurando desvendar as ruínas e descobrir porque os goblins que moravam ali estavam matando o gado da cidade com tanta frequencia. Em último caso, se os sobrinhos estivessem mortos os aventureiros deveriam trazer os sinetes que eles usavam com o emblema da família Ulkrele.
Após pegarem mantimentos e descansarem os destemidos aventureiros partiram para as ruínas, conhecidas como a Cidadela sem Sol.
Depois de um dia a cavalo os jovens chegaram a uma enorme fenda que cruzava a estrada antiga. Nas bordas da fenda alguns pilares com inscrições em Dracônico adornavam a enorme ravina. Osborns com seus vastos conhecimentos linguísticos descobriu que o local parecia ter sido um templo de adoração a alguma raça antiga de dragões, em especial um enorme dragão chamado Ashardalon. Continuando a busca os aventureiros desceram pela ravina por cordas e chegaram a uma enorme galeria subterrânea que parecia ter engolfado de uma só vez uma cidadela inteira. Aquilo parecia ter sido obra de algum desmoronamento muito antigo, segundo as lendas locais a cidadela ja havia desaparecido da superfícia a algumas centenas de anos.
Descendo pela torre espiral mais alta da cidadela (pois era somente lá que a corda conseguira chegar) os heróis chegaram em um andar mais sólido e estável da cidade subterrânea. Melhor acostumados com a baixíssima luminosidade, proveniente das tochas que eles trouxeram, ele puderam ver que os lados da cidadela estavam envoltos em escombros totalmente instáveis, e se eles quisessem procurar os sobrinhos da mercadora ele deveriam entrar na cidadela em sí.
Lá dentro eles travaram algumas batalhas contra um grupo de kobolds e goblins, mas estes pareciam estar mais preocupados com alguma outra coisa. Após algumas batalhas os aventureiros ficaram sabendo (graças a Meepo um jovem kobold) que havia uma guerra constante entre os kobols e goblins pelo domínio da cidadela. Além disso os goblins pareciam ter um chefe terrível chamado Tordek que teria capturado um grupo de humanos que se aventurou recentemente por ali. Tordek servia ainda a um outro ser que poucos kobolds sabiam a respeito, um certo Berlak o proscrito.
O grupo conceguiu negociar um salvo conduto entre os kobolds, desde que eles exterminassem os goblins e conseguissem de volta Calxytrizz, o joven dragão que os kobols tinham como mascote. Infelizmente o grupo não pode cunprir o segundo requisito porque o dragão branco ja tinha sido morto por eles em uma batalha árdua de vida ou morte (de fato o sopro de gele quase matara metade do grupo). Porém em relação aos goblins, o grupo destemido fez uma ataque ousado e certeiro contra o covil das criaturas repugnantes. Com a ajuda de Meepo e um jovem gnomo, que encontraram como prisioneiro dos goblins, o grupo investiu furiosamente contra o ninho dops goblins e mataram todos eles, culminando com uma grande batalha na sala do trono do chefe Tordek. Infelizmente porém o destemido Meepo morreu nesse ataque, e para sempre nossos sentimentos ficaram com essa nobre criaturinha...
Exaustos da batalha, o grupo descançou em uma pequena sala que eles haviam asegurado anteriormente. Ao acordarem eles acabam encontrando pelos corredores da Cidadela um outro aventureiro que tinha vindo pelo chamado da senhora Ulkrele, Elrond. Depois de alguns minutos de conversa Elrond se junta ao grupo e decide ajuda-los.
Prosseguindo pela masmorra, os jovens descem pela sala do trono para um segundo level subterrâneo da Cidadela. Lá embaixo eles encontram uma paisagem estranha, com milhares de fungos verdes e lilazes brilhanto nas paredes com uma luz doentia. Alguns esqueletos (que foram protamente mortos pelo grupo) assim como alguns goblins e uns poucos bugbears pareciam fazerem trabalhos de jardinagem no local todo.
O grupo explora esse segundo nível todo e após alguns encontros tanto com os bugbears guardiões desse local quanto com alguns monstros típicos de climas subterrâneos (como os toquaas) eles chegam a conclusão de que aquilo parece um tipo de estufa subterrânea, e o tal Berlak lidera todo esse processo.
Decididos a procurar Berlak e acharem os sobrinhos da mercadora, o grupo tenta criar uma armadilha para o proscrito, mas antes resolvem dormir em uma pequena sala que eles haviam encontrado trancada. Mal sabiam eles que aquele era o proprio quarto de Berlak...
Acordados durante o sono pelo barulhos de alguem arombando a porta os heróis descobrem estarem cercados por umas dezenas de monstros sobre o controle de Berlak. Uma luta ferrenha é travada, muitos dos herois desmaiam mas finalmente eles conseguem matar todos os ramos secos, bem como o druída proscrito Berlak. Na luta eles também foram obrigados a matar a sobrinha da senhora Ulkrele. Ao que parece Berlak tinha a posse de uma árvore que havia sido infundida com sangue de vampiro. Tal árvore havia transformado a sobrinha da mercadora em um fantoche sobre o comando de Berlak. O druída planejava espalhar os frutos dessa árvore pelo resto do mundo e repopular a superfície com seus ramos secos. Mas graças aos aventureiros o plano dele havia falhado.
De posse dos sinetes, e levando um dos corpos para um enterro honrado, os jovens voltam para a cidade (não sem antes terem um mal entendido com os kobolds, graças a Osborn, que resultou na morte de todos eles com exceção de sua líder que jurou vingança e fugiu). Na cidade a senhora fica extremamente agradecida e recompensa devidamente cada aventureiro, bem como organiza uma festa em homenagem aos bravos heróis.
Uma noite de diversão e bebedeiras é aproveitada por todos com exceção de Quarion que havia sido preso por ter brigado durante o dia com o caçador local da vila.
Após isso os heróis seguem o Passo do Trovão ruma a Lua Alta. Pelo que eles viram no templo de Ashardalon, haviam alí uma espada muito forte e mágica, continuando a investigação eles ficaram sabendo que um certo mago Aleph teria comprado essa espada e a levado a Lua Alta. Mal sabiam eles que um jovem mago elfo os seguia pela estrada, procurando mais conhecimento sobre as propriedade arcanas daquela espada e do mago...
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