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quarta-feira, 3 de março de 2010

Guil-Ma-Dul e O Crânio das Almas Perdidas

Guil-Ma-Dul é um poderoso mago e um dos grandes generais de Imaskar. Antes de assumir o posto de general, Guil-ma-Dul sacrificou a sua mortalidade para se torna um poderoso lich para proteger a sua nação Imaskar pelo restos de seus dias. Ao se torna general de Imaskar, Guil-Ma-dul teve acesso a todos os antigos livros da biblioteca do castelo do reino e aprendeu poderosas magias, algumas tão poderosas que forma proibidos até pelos deuses. Depois de alguns anos, os deuses que estavam sobrecarregados de raiva pelo Reino Imaskari, devido a eles serem insolente as regras divinas, e amaldiçoarão Imaskar com um terrível praga. Devido a grande cólera dos deuses, os magos governantes, junto com a ajuda de Guil-Ma-Dul, abriram alguns portais para um desconhecido plano para salvar a sua civilização.

No novo plano, os imaskari escravizarão os habitantes locais e os forçaram a construir um novo reino de Imaskar. Enquanto isso, Guil-Ma-Dul sai a procura informações daquele plano e algumas informações sobre as magias que reinavam aquele diferente plano. Em sua jornada, Gui-Ma-Dul sentiu uma grande presença mágica em um antigo templo cujos sacerdotes ainda veneravam o Deus Bhaal. Guil-Ma-Dul usou magias, que eram bastantes desconhecido naquele plano, para conseguir roubar facilmente aquela poderosa fonte de energia mágica. Ele ficou espanto em saber que aquele poderoso item era um antigo livro que contia muitos rituais necromantes do Deus Bhaal. Após isto, ele ficou curioso com tais rituais e decide voltar para o novo Império de Imaskar.

Ao chegar lá, Gui-Ma-Dul fica espantado em ver os seus conterrâneos estavam morto junto com alguns poucos escravos. A raiva começa a possuir a alma de Guil-Ma-Dul. Ele, seguindo o seu ímpeto irracional de desespero, procura no livro de Bhaal uma mágia que conseguisse reviver todos os seus amigos. Guil-Ma-dul, procurando freneticamente com os seus olhos escarlates, acha um magia que conseguiria fazer tal façanha. E após alguns minutos, Guil-Ma-Dul acha a magia “Crânio das almas Perdidas”. O poderoso mago lich então pega um grande ônix negro e começa a recitar aquela poderosa magia. Guil-Ma-Dul, devido ao seu descuidado ímpeto, esqueceu somente um pequeno e muito importante detalhe : Bhaal, era o deus da morte que pregava o assassinato violentos e rituais da morte. O mago lich havia efetuado a magia pensando que iria ressuscitar os seus conterrâneos mas na verdade estava escravizando a alma de cada imaskari. O “Crânio das Almas Perdidas” é uma mágica criada para roubar parte das almas de todos os guerreiros que morreram com mortes violenta e com ódio no coração. Ela extrai ódio das almas dos guerreiros caídos e as transferem para as almas de todos aqueles que tocarem o “Crânio das Almas Perdidas”.

Depois disso, Guil-Ma-Dul andou pelo plano de Fayrun tentando ressuscitar cada conterrâneo caído desde a queda do Império Imaskar. Duas figuras importantes de “ The Long Road” encontradas por Guil-Ma-Dul foi o Azeroth e Tavos Vandor. Azeroth foi um aliado perdido para ele devido a afinidade dos poderes de Azeroth e do Crânio dos Segredos com o Deus Tirano Bane e Tavos Vandor foi salvo graças a coragem do nobre Paladino Magnus que o libertou do feitiço mas deixou algumas seqüelas que podem ser incuráveis .

terça-feira, 2 de março de 2010

O demônio Azeroth - Parte 3 de 3

Na manha seguinte, a festa em Raurin começou cedo e todos os mulans estavam ociosos para ver os seus companheiros se transformarem em deuses. Não demorou muito para que os deuses aparecessem e começassem a nomear os corajosos 3 guerreiros. Cada um dos guerreiros foram convocados pelas as grandes divindades de Fayrun, Tempus, Tyr e Bane, para receberem a sua devida dádiva. Elentgor foi convocado por Tempus e a sua dádiva foi se transforma em meio-elemental do vento cujo arco disparava rajadas de ar que atravessam qualquer armadura. Legato foi convocado por Tyr e a sua dádiva era que o seu cavalo se transformou em um pégasus, com o pêlo tão branco como a neve, e ele se transformou em um anjo celestial. Por último, Azeroth foi convocado por Bane e a sua única dádiva, mas não menos importante, foi ser transformado em um fiel demônio Batezu. Todos estavam felizes com as dádivas dos deuses, pois todos se transformaram em seres muito poderosos e se consideram quase imbativéis. O mago imaskari estava estava observando toda a festa através de um olho mágico e ficou assustado quando viu a grande quantidade mágica que os deuses haviam dados para os seguidores. Ele ficou muito contente em saber que o seu aliado havia ganhado tamanhos poderes, pois assim a sua vingança seria concretizado rapidamente. Em seguida, o mago convoca o seu amigo para prosseguir os seus planos.

Azeroth, ao ser convocado, sai do meio da multidão e começa se dirigir em direção ao mago, dizendo a todos que iria perseguir os seus escravagistas e trazer a vingança para as terras dos mulan. Todos os amigos de Azeroth se despiram do amigo que sairá em partida para uma missão suicida e outros amigos que támbem gostariam de despedir, não conseguiram pois temiam que Azeroth havia se corrompido para sempre depois de ser abençoado por Bane. Os outros dois grande guerreiros, Legato e Elentgor, disseram que gostariam de acompanhar o amigo naquela difícil jornada. Mas Azeroth negou a ajuda dos dois guerreiros dizendo que eles deveriam permanecer na sua querida terra para protege-la. Assim, Azeroth começa a se direcionar ao mago imaskari, para que completem o seu tão desejado plano, e vira-se uma última vez para trás para olhar novamente a antiga cidade destruída de Raurin, que era o lar dos 5 guerreiros imaskari que agora habitavam o corpo de Azeroth.

Depois que Azeroth encontrou com o mago imaskari, ambos saíram em um longa jogada por toda Fayrun para que eles conseguissem ressuscitar todos os seus amigos que foram mortos em batalha. Em 1 milênio, Azeroth e o mago andaram pelo plano procurando por grandes guerreiros para servirem de hospedeiro para os seus amigos caídos. O que o mago não esperava era que o seu amigo começa, sem nenhum motivo aparente, a idolatrar Bane mais e mais. Isso o preocupava bastante pois estava com medo que o seu maior aliado o largasse para seguir um deus daquele plano tão odiado por ambos. No final daquele milênio, durante uma noite de lua cheia, Azeroth escuta o chamado de Bane, no qual não consegue recusar. Azeroth, que estava conversando com o mago imaskari durante aquele momento, se levanta e começa a sair sem trocar nenhuma palavra com seu aliado. O mago, assustado com a estranha reação do se aliado, usa os seus poderes e observa com os seus olhos escarlates que o poder de Bane consegue superar a sua magia que controlava a vontade de Azeroth. O mago, que guardava 1 milênio de rancor de Bane, começou a amaldiçoa-lo mais ainda por interferir em seu planos.

O mago de Imaskar, não perdendo as suas esperanças, começou a prosseguir o seu plano enquanto perseguia Azeroth, pois naquele corpo havia os 5 guerreiros mais poderosos de Imaskar e eles eram fundamentais para o seu plano. Durante aquele milênio até o começo do segundo milênio desde de que Raurin foi aniquilada, o mago continuava a perseguir Azeroth e a ressuscitar os seus amigos caídos durante a suas viagens até que um Azeroth foi ordenado a buscar um artefato poderoso em Soltis, conhecido como Cryshal Tirith. Aquele artefato era protegido por um poderoso paladino chamado Derfel. Azeroth, com a sua devoção cega por Bane, foi atrás do artefato em Soltis e lá foi derrotado e jogado no Plano dos Infernais, no qual ficou aprisionado durante 2 milênios, até aproximadamente, um pouco em diante depois da ressurreição do seu patronomo Bane. Enquanto Azeroth espera a sua liberdade no Plano Infernal, o Mago de Ismakar continuou a sua difícil missão de ressuscitar os amigos caídos atrvés do Crânio Das Almas perdidas.

O demônio Azeroth - Parte 2 de 3

Antes de pegar o seu orbe, o mago imaskari escuta uma voz grossa e cheia de coragem:
- Não se mova criatura desprezível! Eu ordeno que pare em nome dos deuses ou você encontrará a sua morte devagar e dolorosa.
O mago assustado, com tamanha coragem, vira-se vagarosamente para trás e vem quem o homem lhe dirige a voz diretamente. O mago vê perante dos seus olhos, um homem de pele clara, olhos negros, cabelo negro curto penteado para trás. Ele estava vestindo armadura negra reluzente coberta com cravos e uma capa avermelha feita com couro de um lobo infernal. O Cavaleiro apontava uma espada bastarda de lâminas negras no qual o seu cabo e empunhadura eram feitos de ossos de pequenas criaturas abissais. Após a observação do mago, o cavaleiro começa conversa novamente:
- Você parece ser mais um imaskari. A sua cabeça será uma grande premiação para mim quando a levá-la para os nossos deuses. Prepara-se para morrer nas mãos de Azeroth.
O mago ao escutar aquele nome, abre um sorriso maléfico, como aquele encontro fosse obra do destino. O mago olha diretamente nos olhos do paladino e o paladino nota que os olhos daquele estranho ser humano tem um brilho escarlate e eles estavam lhe congela a alma. O mago, ao ver o medo na alma do cavaleiro, retira uma gema branca muito preciosa de seu bolso e começa a recitar algumas palavras arcanas enquanto observa o cavaleiro. O cavaleiro, assustado, mas temendo ainda pelo pior, começa a correr em direção ao mago brandindo a longa espada bastarda. Mas antes que o cavaleiro conseguisse chegar perto do mago imaskari, a gema começa a brilhar, desprende da mão do mago e voa em direção ao coração do nobre cavaleiro. A gema perfura o peito do cavaleiro e ele cai paralisado no chão como um cadáver já morto. O cavaleiro, sem sentir nenhuma parte do seu corpo, começa a procurar o mago com a visão e a orar para os seus Deuses para que eles os ajudassem naquele momento difícil. Mas parece que aquela terrível gema, estava neutralizando os poderes dos deuses e aparentava que a presença do mago estava afastando o cavaleiro dos seus deuses.

O mago começa a andar em direção ao corpo do cavaleiro caído enquanto ele esticava a mão em direção do crânio púrpura. O orbe, como fosse parte do corpo do mago, começa a levitar e ir à direção da mão do mago e chega exatamente quando o mago esta a dois passos do paladino. O cavaleiro, que continua com as suas preces fervorosamente, vê o mago a abaixar e colocar a mão vazia em seu peito, exatamente na mesma direção na qual a gema se encontrava. Quando a mão do mago toca o peito do cavaleiro, ele sente uma mão gelada atravessando a sua carne, como o mago estivesse afundando a mão em água, até segurar em algo. O cavaleiro sentiu que o mago encontrou algo no seu peito e ele estava preparando para arrancá-la. De repente, o cavaleiro vê o mago fazendo força com o braço e ele sente que algo foi arranco do seu peito. Neste momento, o cavaleiro dá o seu ultimo suspiro e vê que o mago estava segurando aquela estranha gema e ela estava absorvendo uma estranha névoa branca que saia do corpo do cavaleiro. Quando a última névoa foi absorvida pela gema branca, o cavaleiro solta o seu fôlego e o seu coração para de bater naquele momento.

O mago, após retirar a vida do corpo de Azeroth, ergue o crânio púrpura em cima da testa do cavaleiro caído. Neste momento, uma estranha fumaça púrpura começa a sair da boca esquelética do crânio e ela começa a envolver o corpo de Azeroth lentamente. Em poucos segundos, o corpo do cavaleiro caído absorve aquela estranha fumaça, se ergue novamente do chão e olha em direção do mago. O mago imaskari levanta do chão e dirigi a palavra para o crânio de ametista e para o corpo de Azeroth:
-Irmãos..... Fomos derrotados por Fayrun e nossos corpos estão espalhados por todo este campo de batalha.
Enquanto o mago imaskari conversa com o corpo de Azeroth, a cabeça do cavaleiro se move para olhar todos aqueles corpos caídos no campo de batalha e o seu coração começa a se encher de ódio. O cavaleiro, volta a olhar para o mago que estava falando com uma voz fraca mas muito macabra, como se o som de sua boca fizesse os mesmo barulhos dos passos dos deuses da morte. O mago continua:
-Perdemos essa batalha mas a guerra esta longe de terminar. Através do meu poder e suas almas, conseguir criar um poderoso artefato que nós trará a nossa vingança, o Crânio das Almas Perdidas. Ele conseguirá trazer a vida de todos nós. Não em nossos corpos....mas nos corpos daquele que nós derrotaram.
De repente, o mago virá e aponta para o corpo de Azeroth:
Trevor, Cigam, Ram, Tif e Murdoc.... os 5 guerreiros mais fortes de Imaskar, agora você habitam o corpo de Azeroth. Este paladino tirou a vida de vocês... um por um. Agora, como vingança, vocês o roubaram o corpo... o nome e os seus futuros poderes. Amanha, haverá a premiação dos deuses para os mortais e você, Azeroth, será premiado pelo o Deus do Ódio, Bane, com incríveis poderes que até eu mesmo possa não conhecer. Volte para o vilarejo e receba os seus poderes amanhã, pois eles nos serão bastante úteis.
Neste momento, o mago imaskari aponta para o vilarejo. No corpo de Azeroth, aparece escritas runicas roxas e ele segue para o vilarejo, como ele estivesse sendo manipulado igual a uma marionete.

O demônio Azeroth - Parte 1 de 3

Todos pensam que Azeroth veio do Plano dos Infernais e apareceu em Fayrun para espalhar o mau e o caos. Mas a história de Azeroth é bem diferente de que todos pensam. Ela foi esquecida milhares de anos e relembrada através deste diário encontrado recentemente pelas mãos de um bravo aventureiro que invadiu torre de Szass Than, na capital de Thay. Há aproximadamente quatros milênios antes da derrota do Grande Deus Tirano Bane, havia uma grande região prospera e visada por muitos deuses, conhecida atualmente como Mulhorand e Unther. Essa região havia sido invadida pela grande imigração do Império de Imaskar, pois o seu antigo plano havia sido atingido por uma grande praga e os magos governantes deste reino abriram grandes portais para Fayrun para salvar aqueles que não haviam sidos atingidos pela praga ainda. As pessoas que viviam na região perto aos portais abertos pelos magos imaskari, os mulan, foram rapidamente escravizadas pelo Império de Imaskar e foram forçadas a trabalhar para os invasores. Os magos governantes de Imaskar, para garantir a mão de obra escrava, invocaram uma barreira poderosa para que os escravos daquela região não pedissem ajuda aos seus deuses através de orações.

Após alguns anos de escravidão, o deus supremo Ao, interferiu na magia dos magos de Imaskar fazendo com que os deuses dos escravos percebessem o pedido de socorro dos seus seguidores e descessem nas suas formas mortais para combater os invasores. Uma grande batalha foi travada em Raurin, o centro do Império de Imaskar, entre os grandes magos e guerreiros de Imaskar e os deuses e os escravos daquela região. Os imaskari, mesmo sendo uma nação grandiosa e poderosa, não eram páreos para os poderes dos deuses de Fayrun. A única escolha que havia para os imaskari, para que eles não fossem extintos, era uma rápida fuga daquela região. Os mulan, que agora estavam livres, fizeram grandes festas para comemorar as suas liberdades e principalmente para os deuses, que sem eles ele viveria como escravos para sempre. Os deuses, satisfeito com os seus seguidores, resolveram povoar aquela região junto com os mulan. Além disto, os deuses, como retribuição a devoção de seus fiéis, escolheram os 3 guerreiros mais corajosos e habilidosos daquele reino para eles compartilhar um pouco dos seus poderes com aqueles mortais. Entre estes 3 guerreiros, encontrava-se : um arqueiro chamado Elentgor, cujo as flechas atravessarão os grandes dominadores de mágias mortais de Imaskar; um cavaleiro chamado Legato, cuja o cavalo era mais rápido e a sua velocidade deferir golpes matou vários imaskari antes de sacarem as suas armas; paladino caído chamado Azeroth cuja bravura ajudou a salvar a vida de centenas de companheiros mulan.

Os mulan resolveram fazer uma grande comemoração em Raurin para o tal dia que os seus 3 companheiros se tornariam, para muitos daquele povoado, a representação dos deuses em Fayrun. Mas nem todos estavam felizes com a derrota dos imaskari. Nos escombros do antigo Império Imaskar, havia um poderoso mago imaskari escondido, preparando a sua vingança contra Fayrun. O mago aparentava ser um homem muito magro, para não dizer esquelético, bem velho e com cabelos longos e brancos. A sua pele era muito pálida e ferida, além de que em todo o seu corpo havia tatuagens negras com diversas palavras arcanas. O seu corpo emanava um cheiro de podridão das antigas tumbas e era mais frio do que a caverna de um Grande Dragão Ancião Branco. Mesmo tento um corpo completamente decadente, o mago tinha trajes vermelhos finos e de alta qualidade, além de estar envolto de bastante jóias.

Na noite anterior antes da entrega do prêmio dos 3 temidos guerreiros, o mago imaskari foi até o centro do campo de batalha, no qual haviam caído vários de seus companheiros durante a luta contra os escravos e deuses, e colocou um pequeno ônix negro, de tamanho de um punho fechado de anão, no chão. O mago começou a recitar, em uma língua completamente desconhecida por qualquer mortal em Fayrun, palavras arcanas que somente os seus companheiros mortos de Imaskar as escutariam. Após algumas palavras nesta língua, estranhas escritas rúnicas roxas apareceram em todo o campo de batalha e o céu começará a fechar, escondendo todo o brilho da lua e das estrelas por toda aquela região. De repente, o ônix negro começa emitir um brilho negro e a escorrer um estranho liquido vermelho e viscoso, enquanto um grande furacão envolvia todo aquele campo de batalha. A calda do furacão começa a se fechar em direção do orbe negra e o seu vento, que muitos esperam que comece a destruir tudo, estava somente desprendendo as escritas rúnicas roxas do chão e extraindo as almas dos corpos decadentes dos guerreiros imaskari caídos. Em poucos segundos o furacão se transforma em tornado de almas e runas arcanas aos sons da poderosa voz do mago imaskari. Quando a última palavra arcana foi removida e o último espírito foi devorado pelo furacão, este mesmo começa a ser absorvido pelo ônix negro. O ônix negro começa a emanar grande aura de magia e começa a liberar aquele líquido vermelho mais e mais. Ao terminar de absorver o último vento do furacão, um feixe de luz desce rasgando do céu das nuvens até o orbe negro, emitindo um grande estrondo que conseguirá escutar através quilômetros além das Montanhas da Espada do Dragão. Neste momento, o trovão cauteriza o orbe negro e o céu fica limpo novamente instantaneamente. O mago imaskari, orgulhoso de seu trabalho, observa e começa a se aproximar do paradeiro do orbe negro, que havia mudado a sua forma para um crânio humano feito de ametista. O crânio emitia uma grande poder mágico e uma fumaça esbranquiçada como tivesse sido banhado com o fogo do Plano Infernal.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Josan ap Ferrison

Josan nasceu na pequena cidade de Brandisburgo. Seguindo o ofício de sua mãe ele se tornou um paladino de Waukeen e viveu uma próspera vida como o ferreiro da cidade. Infelizmente uma praga abateu-se sobre Brandisburgo num certo inverno e sua mulher e filha morreram deixando o paladino com um grande vazio interno. Após tais acontecimentos Josan resolveu seguir seu caminho novamente como aventureiro. Foi ai que ele encontrou Ulthred, um clérigo da justiça que não seguia nenhum deus em específico, sua divindade era a jsutiça, certeira e mortal. Após alguns anos lutando junto com Ulthred contra mortos-vivos em terras distantes, Lichs ancestrais e demônios infernais Josan foi convidado por seu amigo a ser um paladino do Flagelo do caos. Como um cadete na nova ordem Josan passou a seguir suas ordens sempre, mesmo que algumas delas o contrariassem, e cresceu em importancia e poder. Atualmente Josan está em Lua Alta fazendo o possível para manter a paz nesse vale que esta repleto de inimigos por todos os lados.