terça-feira, 2 de março de 2010

O demônio Azeroth - Parte 3 de 3

Na manha seguinte, a festa em Raurin começou cedo e todos os mulans estavam ociosos para ver os seus companheiros se transformarem em deuses. Não demorou muito para que os deuses aparecessem e começassem a nomear os corajosos 3 guerreiros. Cada um dos guerreiros foram convocados pelas as grandes divindades de Fayrun, Tempus, Tyr e Bane, para receberem a sua devida dádiva. Elentgor foi convocado por Tempus e a sua dádiva foi se transforma em meio-elemental do vento cujo arco disparava rajadas de ar que atravessam qualquer armadura. Legato foi convocado por Tyr e a sua dádiva era que o seu cavalo se transformou em um pégasus, com o pêlo tão branco como a neve, e ele se transformou em um anjo celestial. Por último, Azeroth foi convocado por Bane e a sua única dádiva, mas não menos importante, foi ser transformado em um fiel demônio Batezu. Todos estavam felizes com as dádivas dos deuses, pois todos se transformaram em seres muito poderosos e se consideram quase imbativéis. O mago imaskari estava estava observando toda a festa através de um olho mágico e ficou assustado quando viu a grande quantidade mágica que os deuses haviam dados para os seguidores. Ele ficou muito contente em saber que o seu aliado havia ganhado tamanhos poderes, pois assim a sua vingança seria concretizado rapidamente. Em seguida, o mago convoca o seu amigo para prosseguir os seus planos.

Azeroth, ao ser convocado, sai do meio da multidão e começa se dirigir em direção ao mago, dizendo a todos que iria perseguir os seus escravagistas e trazer a vingança para as terras dos mulan. Todos os amigos de Azeroth se despiram do amigo que sairá em partida para uma missão suicida e outros amigos que támbem gostariam de despedir, não conseguiram pois temiam que Azeroth havia se corrompido para sempre depois de ser abençoado por Bane. Os outros dois grande guerreiros, Legato e Elentgor, disseram que gostariam de acompanhar o amigo naquela difícil jornada. Mas Azeroth negou a ajuda dos dois guerreiros dizendo que eles deveriam permanecer na sua querida terra para protege-la. Assim, Azeroth começa a se direcionar ao mago imaskari, para que completem o seu tão desejado plano, e vira-se uma última vez para trás para olhar novamente a antiga cidade destruída de Raurin, que era o lar dos 5 guerreiros imaskari que agora habitavam o corpo de Azeroth.

Depois que Azeroth encontrou com o mago imaskari, ambos saíram em um longa jogada por toda Fayrun para que eles conseguissem ressuscitar todos os seus amigos que foram mortos em batalha. Em 1 milênio, Azeroth e o mago andaram pelo plano procurando por grandes guerreiros para servirem de hospedeiro para os seus amigos caídos. O que o mago não esperava era que o seu amigo começa, sem nenhum motivo aparente, a idolatrar Bane mais e mais. Isso o preocupava bastante pois estava com medo que o seu maior aliado o largasse para seguir um deus daquele plano tão odiado por ambos. No final daquele milênio, durante uma noite de lua cheia, Azeroth escuta o chamado de Bane, no qual não consegue recusar. Azeroth, que estava conversando com o mago imaskari durante aquele momento, se levanta e começa a sair sem trocar nenhuma palavra com seu aliado. O mago, assustado com a estranha reação do se aliado, usa os seus poderes e observa com os seus olhos escarlates que o poder de Bane consegue superar a sua magia que controlava a vontade de Azeroth. O mago, que guardava 1 milênio de rancor de Bane, começou a amaldiçoa-lo mais ainda por interferir em seu planos.

O mago de Imaskar, não perdendo as suas esperanças, começou a prosseguir o seu plano enquanto perseguia Azeroth, pois naquele corpo havia os 5 guerreiros mais poderosos de Imaskar e eles eram fundamentais para o seu plano. Durante aquele milênio até o começo do segundo milênio desde de que Raurin foi aniquilada, o mago continuava a perseguir Azeroth e a ressuscitar os seus amigos caídos durante a suas viagens até que um Azeroth foi ordenado a buscar um artefato poderoso em Soltis, conhecido como Cryshal Tirith. Aquele artefato era protegido por um poderoso paladino chamado Derfel. Azeroth, com a sua devoção cega por Bane, foi atrás do artefato em Soltis e lá foi derrotado e jogado no Plano dos Infernais, no qual ficou aprisionado durante 2 milênios, até aproximadamente, um pouco em diante depois da ressurreição do seu patronomo Bane. Enquanto Azeroth espera a sua liberdade no Plano Infernal, o Mago de Ismakar continuou a sua difícil missão de ressuscitar os amigos caídos atrvés do Crânio Das Almas perdidas.

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