Tudo começou em Carvalho envelhecido.
Um inesperiente (e não muito promissor) grupo de jovens aventureiros estavam vagando pelas terras dos Vales quando resolveram passar a noite naquela pequena cidade que ficava no leito de uma das principais estradas por aqueles lados.
A velha comerciante, Senhora Ulkrele, os recebeu amigavelmente e notando que se tratavam de aventureiros pediu ajuda a eles para uma missão. Os aventureiros deveriam procurar em uma ruína local os dois sobrinhos de Ulkrele, que tinham saido para tal local procurando desvendar as ruínas e descobrir porque os goblins que moravam ali estavam matando o gado da cidade com tanta frequencia. Em último caso, se os sobrinhos estivessem mortos os aventureiros deveriam trazer os sinetes que eles usavam com o emblema da família Ulkrele.
Após pegarem mantimentos e descansarem os destemidos aventureiros partiram para as ruínas, conhecidas como a Cidadela sem Sol.
Depois de um dia a cavalo os jovens chegaram a uma enorme fenda que cruzava a estrada antiga. Nas bordas da fenda alguns pilares com inscrições em Dracônico adornavam a enorme ravina. Osborns com seus vastos conhecimentos linguísticos descobriu que o local parecia ter sido um templo de adoração a alguma raça antiga de dragões, em especial um enorme dragão chamado Ashardalon. Continuando a busca os aventureiros desceram pela ravina por cordas e chegaram a uma enorme galeria subterrânea que parecia ter engolfado de uma só vez uma cidadela inteira. Aquilo parecia ter sido obra de algum desmoronamento muito antigo, segundo as lendas locais a cidadela ja havia desaparecido da superfícia a algumas centenas de anos.
Descendo pela torre espiral mais alta da cidadela (pois era somente lá que a corda conseguira chegar) os heróis chegaram em um andar mais sólido e estável da cidade subterrânea. Melhor acostumados com a baixíssima luminosidade, proveniente das tochas que eles trouxeram, ele puderam ver que os lados da cidadela estavam envoltos em escombros totalmente instáveis, e se eles quisessem procurar os sobrinhos da mercadora ele deveriam entrar na cidadela em sí.
Lá dentro eles travaram algumas batalhas contra um grupo de kobolds e goblins, mas estes pareciam estar mais preocupados com alguma outra coisa. Após algumas batalhas os aventureiros ficaram sabendo (graças a Meepo um jovem kobold) que havia uma guerra constante entre os kobols e goblins pelo domínio da cidadela. Além disso os goblins pareciam ter um chefe terrível chamado Tordek que teria capturado um grupo de humanos que se aventurou recentemente por ali. Tordek servia ainda a um outro ser que poucos kobolds sabiam a respeito, um certo Berlak o proscrito.
O grupo conceguiu negociar um salvo conduto entre os kobolds, desde que eles exterminassem os goblins e conseguissem de volta Calxytrizz, o joven dragão que os kobols tinham como mascote. Infelizmente o grupo não pode cunprir o segundo requisito porque o dragão branco ja tinha sido morto por eles em uma batalha árdua de vida ou morte (de fato o sopro de gele quase matara metade do grupo). Porém em relação aos goblins, o grupo destemido fez uma ataque ousado e certeiro contra o covil das criaturas repugnantes. Com a ajuda de Meepo e um jovem gnomo, que encontraram como prisioneiro dos goblins, o grupo investiu furiosamente contra o ninho dops goblins e mataram todos eles, culminando com uma grande batalha na sala do trono do chefe Tordek. Infelizmente porém o destemido Meepo morreu nesse ataque, e para sempre nossos sentimentos ficaram com essa nobre criaturinha...
Exaustos da batalha, o grupo descançou em uma pequena sala que eles haviam asegurado anteriormente. Ao acordarem eles acabam encontrando pelos corredores da Cidadela um outro aventureiro que tinha vindo pelo chamado da senhora Ulkrele, Elrond. Depois de alguns minutos de conversa Elrond se junta ao grupo e decide ajuda-los.
Prosseguindo pela masmorra, os jovens descem pela sala do trono para um segundo level subterrâneo da Cidadela. Lá embaixo eles encontram uma paisagem estranha, com milhares de fungos verdes e lilazes brilhanto nas paredes com uma luz doentia. Alguns esqueletos (que foram protamente mortos pelo grupo) assim como alguns goblins e uns poucos bugbears pareciam fazerem trabalhos de jardinagem no local todo.
O grupo explora esse segundo nível todo e após alguns encontros tanto com os bugbears guardiões desse local quanto com alguns monstros típicos de climas subterrâneos (como os toquaas) eles chegam a conclusão de que aquilo parece um tipo de estufa subterrânea, e o tal Berlak lidera todo esse processo.
Decididos a procurar Berlak e acharem os sobrinhos da mercadora, o grupo tenta criar uma armadilha para o proscrito, mas antes resolvem dormir em uma pequena sala que eles haviam encontrado trancada. Mal sabiam eles que aquele era o proprio quarto de Berlak...
Acordados durante o sono pelo barulhos de alguem arombando a porta os heróis descobrem estarem cercados por umas dezenas de monstros sobre o controle de Berlak. Uma luta ferrenha é travada, muitos dos herois desmaiam mas finalmente eles conseguem matar todos os ramos secos, bem como o druída proscrito Berlak. Na luta eles também foram obrigados a matar a sobrinha da senhora Ulkrele. Ao que parece Berlak tinha a posse de uma árvore que havia sido infundida com sangue de vampiro. Tal árvore havia transformado a sobrinha da mercadora em um fantoche sobre o comando de Berlak. O druída planejava espalhar os frutos dessa árvore pelo resto do mundo e repopular a superfície com seus ramos secos. Mas graças aos aventureiros o plano dele havia falhado.
De posse dos sinetes, e levando um dos corpos para um enterro honrado, os jovens voltam para a cidade (não sem antes terem um mal entendido com os kobolds, graças a Osborn, que resultou na morte de todos eles com exceção de sua líder que jurou vingança e fugiu). Na cidade a senhora fica extremamente agradecida e recompensa devidamente cada aventureiro, bem como organiza uma festa em homenagem aos bravos heróis.
Uma noite de diversão e bebedeiras é aproveitada por todos com exceção de Quarion que havia sido preso por ter brigado durante o dia com o caçador local da vila.
Após isso os heróis seguem o Passo do Trovão ruma a Lua Alta. Pelo que eles viram no templo de Ashardalon, haviam alí uma espada muito forte e mágica, continuando a investigação eles ficaram sabendo que um certo mago Aleph teria comprado essa espada e a levado a Lua Alta. Mal sabiam eles que um jovem mago elfo os seguia pela estrada, procurando mais conhecimento sobre as propriedade arcanas daquela espada e do mago...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário