sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Continuações

Tá ai a história do meu personagem galera. Depois eu vou postar o que aconteceu com os cinco anciões, o que é O Segredo de Mystra e a história do Lessanor.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O Despertar Do Destruidor Do Mal, Magnus

Magnus nasceu na cidade de Lordaeron na Terras dos Vales dentro da região do vale profundo, sua cidade era conturbada por conflitos entre igrejas rivais, essas igrejas pertenciam aos Deuses Torm e Helm, apesar destes Deuses serem aliados na luta contra o mal, seus fieis pelo contrário eram inimigos declarados. Na família de Magnus todos eram devotos do Deus Torm; seu pai Hector, um fiel paladino do Deus Torm, vivia em missões pela sua igreja e sempre quando retornava contava a seu filho Magnus um pouco de suas aventuras e lhe ensinava os preceitos do templo de Torm e sobre o código de conduta de um Paladino; sua mãe Jaina que trabalhava como ferreira na cidade, gastava um pouco de seu tempo mostrando ao seu filho Magnus como era forjado uma armadura e lhe ensinando que características uma armadura pode ter pra cada tipo de material.

Além de sua forte educação religiosa devido a influência da igreja, a qual lhe permitiu ter um vasto conhecimento sobre os deuses e religiões antigas, Magnus aprendeu também sobre a fisiologia de certas raças e um pouco sobre a hierarquia e diplomacia. Desde muito novo, Hector também vem lhe ensinando sobre as técnicas de luta e como controlar e adestrar um animal para batalha.

Após alguns anos a rivalidade entre os dois Templos em Lordaeron vem crescendo muito e como todo o certo econômico, político e militar da cidade girava em torno dessas duas igrejas, a cidade começava a se fragilizar. Hector já havia percebido que essa rivalidade estava enfraquecendo a cidade e que se continuasse nesse ritmo, as defesas de Lordaeron não suportariam um ataque de 100 homens, com isso em mente ele se aliou a um dos fieis de Helm, Uther “The Lightbring”, que também se preocupava com as defesas da cidade e ambos começaram uma campanha a favor da aliança das duas igrejas com intuito de não só reerguer as defesas da cidade mais também de fortalecer o comércio desta com as outras cidades; inclusive a capital de vale profundo, Lua Alta.

Porém, o que Hector e Uther não sabiam é que seria mais fácil destruí um dragão do que um preconceito. Magnus que ainda era um criança, não sabia além daquilo que seu pai Hector falava, em uma noite Magnus escutou a conversa entre os dois:

-Hector, nós já tentamos convencê-los através da razão, porém estes homens não conseguem enxergar um palma a frente de suas mãos, só nos resta aquilo que eu havia lhe dito.
-Não Uther, isso esta fora de questão. Muitas vidas inocentes podem morrer.
-Mas pense em quantos podemos salvar, seria pelo um bem maior.

Magnus foi dormir sem entender muito sobre o que seu pai e Uther planejavam, passaram alguns meses depois e quando ele caminhava ao templo de Torm, ele observou que havia uma grande movimentação de ambos os templos, ele perguntou o que estava acontecendo ao primeiro que viu e lhe disseram que uma criatura poderosa tinha atacado um posto de vigilância, seu pai estava passando ao lado de membros da igreja de Helm e Torm quando Magnus gritou:

-Pai, o que esta havendo?
-Filho, parece que um dragão atacou o posto de vigilância da igreja de Helm, os sacerdotes de Helm já enviaram muitos guerreiros pra lá e até o momento nenhum retornou, como o sarcedote da nossa igreja teme que esse problema chegue até a nossa cidade, nós estamos juntando forças para derrotar este dragão, agora deixe me ir que tenho que ajudá-los.

Então pela primeira vez, as igrejas antes inimigas se tornam aliadas na guerra, a batalha durou alguns dias e então no amanhecer do 3ºdia retornam alguns paladinos e clérigos, entre eles estava Hector. Logo quando retornou ele fez o sinal de que havia alcançado a vitoria, foi um dia inteiro de festa. A primeira coisa que Magnus fez foi procurar o seu pai para parabenizá-lo pela vitoria, quando chegou em casa a expressão em seu rosto não era de felicidade.

-Pai o que houve, porque não esta comemorando, o senhor salvou a cidade e agora não existe mais a rivalidade entre as nossas igrejas.
-É filho, porém o preço pago por isso foi muito alto, lembre-se nada vale a vida de um inocente.

Magnus sem entender o que o seu pai queria dizer saiu e retornou as suas atividades, durante algum tempo o que se esperava era a criação de uma aliança, mas a única coisa que aconteceu foi a expulsão de um membro da igreja de Helm e o retorna as hostilidades de ambas as igrejas, nada muito claro foi passado para a população, apenas que o servo expulso era Uther Lightbring e que o motivo seria a sua falta de lealdade, isso provocou murmúrios na cidade, pois Uther era conhecido por sua força e lealdade a Helm.

Entre os murmúrios havia um que dizia que Uther teria feito algum realmente vergonhoso e que as duas igrejas estavam expulsando-o, porque temiam um guerra civil entre a população, algo que seria ruim no atual estado da cidade que vem de perdas da batalha contra o dragão, o fato é que a aliança durou pouco e que a cada dia a cidade ficava mais pobre e fraca, pequenos conflitos começaram a surgir também, de alguns fieis de Helm que não aceitaram a expulsão de Uther, eles diziam que os sacerdotes de Helms estavam se submetendo aos de Torm e que haviam perdido seu orgulho.

Após algumas semanas da expulsão de Uther, em uma noite fria com uma nervoa densa, a cidade já muito enfraquecida sofreu um ataque do aparenta ser um necromante, pois havia várias mortos-vivos e no meio deles alguém em um cavalo negro que os controlava, Magnus acordou em meio a chamas de sua casa, rapidamente pegou sua espada e procurou por sua família na esperança de ainda estivessem vivos, ele estava mais preocupado com sua mãe já que pai sabia muito bem se defender, afinal ele que ensinou a Magnus como lutar.

Após algum tempo ele encontra sua mãe sendo atacada por um grupo de mortos-vivos ele consegue proteja ela de alguns mais começam a surgir mais, então eles decidem recuar para o templo, onde eles sabiam que havia proteção contra esse tipo de criatura, contudo ao longo sua fuga para o templo, o cavaleiro negro ataca Jaina pelas costas, Magnus que estava um pouco a frente evitando os mortos-vivos que viam, vira-se com o grito de sua mãe, com o ódio adendo em seu peito ao ver sua mãe no chão sangrando ele parte em investida contra o cavaleiro, mas antes de se aproximar um outro homem montado em um cavalo passa por ele; era seu pai ,Hector, indo em direção ao inimigo com uma espada brilhando com uma luz tão intensa que era difícil visualizá-lo, quando Magnus pensou em ir ajuda ao seu pai, já havia muitos mortos-vivos ao seu redor e após alguns momentos de resistência um dos morto-vivos acertar Magnus que caiu inconsciente do chão.

No dia seguinte quando ele acordou, ele descobriu que seu pai e sua mãe haviam sido mortos em combate e a cidade foi tão destruída que a maioria da população foram para outras cidades, naquele dia Magnus entendeu realmente a importância dos Paladinos, o mal só traz dor e sofrimento e é por isso que nós Paladinos existimos, para expulsa toda e qualquer forma de maldade. Foi neste dia que ele decidiu ser como seu pai, um destruidor do mal, custe o que custar mesmo se for a sua vida o preço.








quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O devoto e o caçador de Deuses, Tavos Vandor

Tavos Vandor nasceu na capital de Cormyr. Desde pequeno, ele era fascinado com a grandiosidade dos Deuses e dos milagres que os seus poderes podem fazer. Por isso, dedicou-se a louvá-los, como uma forma de seu respeito, e estudar tudo sobre eles. Quando estudava na biblioteca sobre os Deuses, Tavos Vandor conheceu o bibliotecário desta. O nome dele era Krantz e ele também era interessado nos Deuses e seus poderes. O bibliotecário discutia horas e horas com Tavos Vandor sobre os Deuses. Um dia, Krantz comentou que os Deuses eram muito dedicados a somente os seus próprios interesses e que eles raramente dava atenção aos seus adoradores. Tavos Vandor sentiu que uma semente de duvida foi plantada em seu peito, mas mesmo assim ele manteve o seu respeito pelos Deuses.

Após muito estudo e dedicação, Tavos Vandor tentava repetir os grandes milagres dos Deuses: criar luz, escuridão, água, fogo, ajudar aqueles que precisavam e destruir aqueles que mereciam ser punidos. Suas tentativas sempre eram falhas. O bibliotecário sempre via os fracassos de Tavos Vandor e aconselhou a ele a seguir um Deus para que os seus esforços adquirissem resultados. O bibliotecário havia sugerido a seguir um novo Deus, filho de um Deus caído. Ele dizia que este Deus era diferente dos restantes, pois o Deus se preocupava com seus fiéis e iria recompensá-los muito bem pela sua devoção. Tavos Vandor sabia que se ele dedica-se as suas pressas a somente a um Deus, ele conseguiria fazer estes milagres facilmente, pois o próprio Deus lhe emprestaria o seu poder para realizar tais milagres. Mas ele queria fazer estas façanhas com suas próprias mãos, sem a ajuda de nenhum Deus. Assim, ele sentiria satisfeito consigo e iria conseguir aproximar mais daqueles que ele tanto admirava, ao invés de ser puxado para perto deles pelas mãos de um único Deus.

Um dia, após horas e horas de treino, Tavos Vandor conseguiu, pela primeira vez, a imitar os poderes dos Deuses. Ele ficou muito feliz consigo mesmo e agradeceu aos Deuses por eles deixarem este milagre acontecer. O que Tavos Vandor não sabia é que havia alguém espionado ele naquele momento e estava também muito feliz com o sucesso dele. No dia seguinte, Tavos Vandor foi contar o seu sucesso ao bibliotecário. Krantz ficou muito feliz por ele e disse que devido ao seu grande sucesso, ele iria recompensar Tavos Vandor como um presente devido aos seus esforços. O bibliotecário levou Tavos Vandor para uma capela antiga que se encontrava a algumas horas fora da cidade. Esta capela estava em ruínas e parecia que não havia movimento de pessoas por lá há anos. Tavos Vador perguntou a Krantz o que eles estavam fazendo naquela região que parecia que os próprios deuses haviam esquecido. O bibliotecário pediu para ele não se preocupar.

Aquela capela era de um antigo Deus que foi injustamente derrotado por outro deus e a sua capela foi abandonada pelos seus seguidores por não receberem mais a graça de seu Deus. Krantz completou falando que havia somente um seguidor que não abandonou o seu antigo Deus e ficou naquela capela esperando a volta do seu adorado senhor. O bibliotecário falou que depois de muitos anos, o homem que esperava o seu Deus foi abençoado com a graça divina do seu antigo Deus, devido à fidelidade com o seu senhor. Ele foi presenteado com um artefato muito valioso. Este artefato daria poderes a aquele homem de obter a vidar eterna, ser onisciente e conseguir ver o passado e o futuro. A primeira coisa que este homem fez foi ver como que o seu Deus foi derrotado e queria saber qual Deus fez esta tamanha tragédia com o seu próprio irmão. Após ter vista a derrota do seu próprio Deus, o homem usou este mesmo artefato para saber se era possível trazer o seu Deus de volta e como conseguiria fazer isto. Logo em seguida, o homem partiu em uma aventura na qual nunca mais voltou. O nome deste homem era Azeroth e ele deixou na capela o artefato dado pelo seu Deus para que um dia, caso ele falhasse em sua missão, outro grande guerreiro o encontrasse e usasse este artefato para fazer a devida justiça. Tavos Vandor ficou impressionado com a história do bibliotecário e o perguntou como que ele sabia desta história. O velho homem respondeu que ele havia encontrado essa capela e este artefato. O artefato não era poderoso quando empenhado pelo velho Krantz, mas ele ofereceu a ele o poder de ver aquele momento vivenciado por Azeroth.

Após isto, o bibliotecário disse para Tavos Vandor que seria bom para ele se ele assistisse as mesmas cenas que ele assistiu, para que ele conseguisse tomar um bom caminho para a sua vida, agora que ele conseguiu se aproximar dos Deuses. Tavos Vandor ficou feliz pela preocupação de Krantz e resolveu seguir em frente com o velho bibliotecário. Krantz guiou Tavos Vandor para dentro da velha capela e após alguns minutos eles conseguiram chegar até o local onde se encontra o artefato. Tavos Vandor viu uma velha bola de cristal negro em cima de uma mesa de pedra e uma grande foice de laminas negra. O local aparentava bem velho, parecia que ninguém pisava lá a séculos. O bibliotecário apontou para a esfera negra e pediu que Tavos Vandor a encostasse para que a história daquele herói lhe fosse revelada. O bom jovem aproximou-se à esfera negra, confiando no velho Krantz, e esperou ansioso para ver a história daquele grande herói.

Quando Tavos Vandor foi encostar-se à esfera negra, ele fechou os olhos, respirou fundo e esticou as suas mãos em direção desta. Aparentemente, ele não sentiu nada diferente e decidiu abrir os seus olhos. Ao abrir os olhos, Tavos Vandor se encontrava em um lugar repleto de rios vermelhos, pedras flamejantes e o chão estava cheio de ossos e criaturas muito estranhas mortas. A uns 10 metros de Tavos Vandor, se encontrava um cavaleiro de armaduras negras na qual só via-se as suas costas. Tavos Vandor esfregou os olhos para acordar daquele terrível pesadelo e os abriu, o cavaleiro estava bem em sua frente e pronto para lhe agarrar a cabeça. Quando ele agarrou a cabeça de Tavos Vandor, ele sentiu uma grande dor e logo em seguida caiu de joelhos perante o cavaleiro negro. Neste instante, um feitiço foi lançado em Tavos Vandor e o seu coração encheu de raiva e ódio. O cavaleiro negro sorriu e disse no ouvido do Tavos Vandor: “Eu estive observando você. Você tem potencial meu jovem e por isso eu te escolhi como meu representante. Você será aquele que cumprirá o meu objetivo. Vá para à Terras dos Vales e procure uma cidade perdida chamada “Cidadela sem Sol”. Lá você encontrará uma espada mágica que lhe levará ao encontro de um artefato muito poderoso que conseguirá me libertar da minha prisão e nós dará um grande poder...a você, a mim e para o meu grande senhor Bane. Agora vá, encontre estes itens e espalhe a palavra de nosso Deus por Fayrun.” Depois que o cavaleiro negro acabou de falar, a visão de Tavos Vandor escureceu e ele caiu adormecido.

Depois de alguns minutos, Tavos Vandor estava acordando aos gritos de Krantz, que havia estranhado o desmaio súbito do seu amigo. Quando ele acordou do seu estranho sonho, Tavos Vandor levantou-se lentamente, segurou o cabo da foice que estava a sua frente, virou-se em um rápido instante e cortou a garganta de seu velho amigo Krantz. O sangue de Krantz espirrou-lhe em todo o seu rosto e parte da sua vestimenta. Tavos Vandor olhou para o seu ex-amigo e disse ao futuro cadáver: “Aqui esta o primeiro de muitos sacrifícios que farei para Bane. Espero que o meu senhor fique satisfeito com a minha oferenda.”. Em seguida, algumas gotas de sangue que havia em sua testa começaram a escorrer para dentro dos seus olhos e ele simplesmente os piscou. Neste instante, os olhos de Tavos Vandor que eram azuis claros bem pacíficos ficaram velhos de ódio.

Após alguns minutos, Tavos Vandor saiu da capela com a sua foice e rumou em direção da sua cidade natal. Lá, ele se preparou para uma longa viajem para as Terras dos Vales. Ao acabar os preparativos para a sua viajem, Tavos Vandor foi à direção dos Picos do Trovão, que separava a Terras dos Vales de Cormyr e no meio do caminho para os Picos do Trovão, ele encontrou uma caravana que estava se dirigindo para a mesma direção dele. Tavos Vandor perguntou qual seria o rumo daquela caravana e eles responderam que iria para as Terras dos Vales atravessando os Picos do Trovão. Ele ficou feliz de saber a noticia, pois havia rumores em Cormyr que os picos não eram seguros de atravessar sozinho, e perguntou se ele os poderia acompanhá-los até atravessar os picos. Tavos Vandor disse que poderia ser útil para a caravana, pois ele poderia ajudar aqueles que precisariam de ajuda durante a viajem. As pessoas da caravana ficaram felizes de ouvir isso e aceitaram a companhia de Tavos Vandor. A caravana seguiu rumo para os Picos e, aparentemente, conseguiu atravessá-los sem problemas, pois parecia que os Deuses iluminavam o caminho destes viajantes.

Após algumas horas, a caravana havia conseguido atravessar os Picos, eles rumaram mais alguns minutos na estrada a fora até o anoitecer e então decidiram descansar da longa e cansativa viajem. Naquela noite, Tavos Vandor ofereceu-se para ficar acordada a noite para vigiar a caravana até o amanhecer. As pessoas ficaram felizes em saber disso, pois todos estavam bem cansados da dura viajem. Os viajantes só não sabiam que aquela noite eles teriam o ultimo descanso de suas vidas. Quando a lua estava bem no meio do céu, Tavos Vandor começou a fazer pressas para o seu novo senhor, devido ao feitiço do cavaleiro negro. Ao terminar as suas pressas, ele agarrou firmemente o cabo de sua foice e disse em voz bem baixa: “Hora de oferecer mais sacrifícios ao meu senhor.”. Os viajantes da caravana foram todos mutilados, nem mulheres e crianças foram perdoadas pela fúria da foice de Tavos Vandor naquela noite. Ao amanhecer, Tavos Vandor limpou os seus trajes, tomou um cavalo da caravana e seguiu em frente em sua longa jornada.

Passaram-se alguns dias depois que Tavos Vandor começou a sua aventura nas Terras dos Vales. Em seu caminho para a Cidadela Sem Sol, ele passou por varias vilas coletando informações sobre esta cidade perdida e depois que conseguia as suas preciosas informações, ele dizimavas as vilas em nome do Deus tirano Bane. Em uma noite de lua cheia, Tavos Vandor tinha avistado outra vila para ser sacrificado em nome do Deus tirano, o que ele não sabia era que nesta cidade havia um homem cuja espada poderia ser considerada a própria justiça. Ao se aproximar da vila, Tavos Vandor preparou a sua foice para mais um sacrifício para Bane. Mas antes que ele conseguisse botar os pés na cidade, de uma das casas do vilarejo saiu um guerreiro com uma armadura prateada que carregava o símbolo do Deus Thorm, um dos deuses da justiça. Aparentava que este guerreiro havia sentido a presença de Tavos Vandor ou do mau que a vila iria sofrer. Os dois guerreiros olhavam um para o outro e sem trocar nenhuma palavra, ambos começaram a batalhar. A batalha estava muito equilibrada, parecia que iria durar uma eternidade até que Tavos Vandor usou os poderes dos Deuses para tirar vantagem da luta. O bravo guerreiro da justiça vai ao chão e junto a ele a esperança da vila. Mas, indignado com a vitória de um ser maligno perante a justiça de Thorm, o guerreiro invoca os poderes da justiça em sua espada e descarrega este poder em Tavos Vandor, que cai inconsciente no chão. Logo em seguida o cavaleiro de Thorm levanta a sua espada para dar o golpe final, mas rapidamente a abaixa. O guerreiro de Thorm que sentia tanto mau emanando do corpo de Tavos Vandor, não conseguia mais sentir aquela entidade maligna tão fortemente como sentia antes. Aparentemente, o feitiço que amaldiçoava o corpo de Tavos Vandor havia se desfeito pelo poderoso ataque da justiça. Então, com o peso na consciência de ter ferido um inocente, o guerreiro de Thorm leva o homem ferido para a única capela daquela cidade, na qual pertencia ao Deus dos flagelados, Imalter. Na capela, o guerreiro pediu para Imalter salvar aquele homem cujo corpo tinha sido controlado por uma entidade maligna. Imalter, o deus do flagelo, com pena daquele pobre espírito, resolveu ajudar Tavos Vandor a recobrar a consciência e o fazer andar livre novamente por Fayrun.

Após alguns dias, Tavos Vandor acordou em uma pequena cabana naquela mesma vila. Parecia que ele estava fora de si já algum tempo. Ao abrir os olhos, cuja tonalidade havia voltado para azul, ele avistou um guerreiro desconhecido cujas afeições eram familiares. O guerreiro chegou perto dele e comentou sobre o incidente que havia acontecido entre os dois. Ele ficou abalado em saber que o guerreiro havia falado que o próprio mau havia se apossava do corpo de Tavos Vandor. O guerreiro completou falando que graças à benção de Imalter, ele havia voltado ao normal. Tavos Vandor ficou muito grato ao nobre guerreiro e a Imalter, ambos que haviam salvado ele daquela maldição. Depois que o guerreiro de Thorm viu que Tavos Vandor estava bem, ele decidiu seguir a sua jornada para espalhar a palavra de justiça de Thorm por toda Fayrun. Antes que ele partisse, Tavos Vandor falou que queria seguir os passos do guerreiro de Thorm e ajudar ele a espalhar a paz e a justiça por todo aquele plano. Mas, ele não queria espalhar somente as palavras de Thorm, ele fazia questão de espalhar principalmente as palavras de Imalter, o Deus que se preocupou em salvar a sua vida. O guerreiro, com um belo sorriso no rosto, agradeceu a ajuda de Tavos Vandor e ficou feliz em ter um companheiro de Imalter em sua longa jornada.

Antes de partirem em sua jornada o guerreiro de Thorm se apresentou e falou do seu objetivo naquelas terras. O nome do guerreiro era Magnus e ele estava em direção de Carvalho Enferrujado, que estava sofrendo ataques de umas estranhas criaturas. Magnus queria chegar naquela pequena vila e salvar os moradores daquele grande mau. Tavos Vandor sorriu e disse para eles seguirem caminho à frente porque todo o tempo desperdiçado poderia custar vidas de inocentes. Quando ambos saíram à estrada a fora, um pequeno brilho vermelho apareceu em um dos olhos de Tavos Vandor e logo em seguida um sorriso maléfico. Magnus sabia que aquele homem que estava acompanhado o ajudaria a plantar a justiça por toda Fayrun. O que ele não sabia é que naquele mesmo corpo habitava agora dois seres completamente diferentes: Um ser, que se intitulava como Tavos, quer ajudar todos os seres, devido ao grande mau cometido no passado, e tenta alcançar os Deuses através dos seus próprios méritos; e outro ser, que se intitula como Vandor, continua a ter raiva e ódio em seu coração e que busca vingança contra Azeroth , Bane e todos os dos Deuses, por este só ligam para os seus próprios interesses e continuam a deixar todos os seres apodrecem e sofrerem em seus planos.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O Flagelo do Caos parte 1

Uma ordem monástica/militar tão antiga que seus próprios membros não tem registros precisos de sua história, o Flagelo luta em várias cidades das terras centrais pela ordem e paz. Diferentemente das outras ordens religiosas eles preferem agir escondidos da população em geral e não parecem seguir nenhum deus específico. Com vários pactos e acordos com os governos locais, a maioria de seus membros possuem cargos importantes nas organizações militares locais.
Segundo algumas lendas a ordem foi criada pelo próprio Tyr em um momento sombrio de Toril. Outros ja dizem que Derfel é um deus antigo e esquecido que resolveu se tornar mortal para lutar contra as injstiças. Há mesmo os que digam que tudo isso é uma lenda criada para esconder um passado sombrio. Mas de fato uma coisa é certa, a organização é exímia em gaurdar certos segredos e as ordens do Círculo Interno são inquestionáveis para seus membros, por mais confusas que sejam.
Se eles são realmente os verdadeiras arautos da justiça ou se tudo isso é somente uma fachada para algo muito maior, os aventureiros logo descobriram...

Reporte de campanha O legado da Ordem, 3

Tendo descoberto a verdadeira identidade do assassino de jovens e ainda descobrindo os planos dos magos vermelhos os aventureiros atraíram atenção para sí mesmos. Josan conta a eles mais sobre a ordem e os explica que ela supostamente foi criada por Derfel Cadarn, um paladino extremamente poderoso e servo de Torm. Segundo as lendas ele teria criado um grande reino chamado Soltis, que recebia energia e prosperava devido a um artefato de enorme poder chamado estilha de cristal que estaria enterrado no coração do reinado. Mas estas eram somente lendas segundo Josan. Mas oque ele não sabia era que de fato os aventureiro acharam na Cidadela sem sol várias inscrições sobre Derfel e sua aliança com Ashardalon, bem como outras mencionando Soltis.

Já aliados a Josan, este conta ao grupo que outro problema vem afligindo a ordem ultimamente. Membros dela houveram desaparecido recentemente. Devido aos crimes recentes do esfolador eles acharam que o autor dos assassinatos era a criatura, porém mesmo depois dos herois terem matado o carniçal membros da ordem contiuaram a serem atacados. Reportagens recentes indicavam que o agressor era algum tipo de monstro negro e gigante, com cabeça de serpente. Isso preocupa Geshtar pois quando ele entrou nas lembranças do joven curtidor, o ser que parecia ter enfeitiçado o jovem inocente parecia ser uma, ou três exatamente, enorme serppente negra. Josan diz que a ordem esta receosa, ja que além disso os drows precionam cada vez mais a cidade pelo norte e ele teme pelo futuro da cidade.

Enquanto isso o mago Aleph contrata os aventureiros para que viagem ao norte para obterem uma planta chamada beladona. O pagamente seria feito em itens mágicos e uma escolta élfico os guiaria até perto do local. Geshtar, desconfiando do mago, consegue estrair dele preciosas informações. A planta seria usada para um ritual de conjuração dos mortos, Aleph iria invocar a alma do mago vermelho de Thay, morto dias atrás, para interroga-lo. O encantamento permitiria saber mais sobre os planos de Thay para com lua alta e como evita-los.

Assim os aventureiros parte para a aldeia éfica de Brinstar em busca de Laeral, a escolta éfica. Enquanto isso a ordem do flagelo do caos fica em Lua Alta para descobrir oque ou quem esta organizando os atacas a eles e qual a relação disso com o esfolador...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Josan ap Ferrison

Josan nasceu na pequena cidade de Brandisburgo. Seguindo o ofício de sua mãe ele se tornou um paladino de Waukeen e viveu uma próspera vida como o ferreiro da cidade. Infelizmente uma praga abateu-se sobre Brandisburgo num certo inverno e sua mulher e filha morreram deixando o paladino com um grande vazio interno. Após tais acontecimentos Josan resolveu seguir seu caminho novamente como aventureiro. Foi ai que ele encontrou Ulthred, um clérigo da justiça que não seguia nenhum deus em específico, sua divindade era a jsutiça, certeira e mortal. Após alguns anos lutando junto com Ulthred contra mortos-vivos em terras distantes, Lichs ancestrais e demônios infernais Josan foi convidado por seu amigo a ser um paladino do Flagelo do caos. Como um cadete na nova ordem Josan passou a seguir suas ordens sempre, mesmo que algumas delas o contrariassem, e cresceu em importancia e poder. Atualmente Josan está em Lua Alta fazendo o possível para manter a paz nesse vale que esta repleto de inimigos por todos os lados.

Reporte de campanha O legado da Ordem, 2

Seguindo na estrada de terra batida, os jovens aventureiros viram uma coluna de fumaça saindo de um pequeno matagal, ao tentarem investigar o grupo se viu emboscado por um bando de gnolls saqueadores. A luta durou um bom tempo, e no auge da batalha Geshtar, um jovem mago elfo surgiu para ajuda-los. Passada a batalha Geshtar decide ir junto com os aventureiros para lua alta.

Mal chegando na grande cidade eles são surpreendidos por um grito agudo de uma jovem. Correndo para o local eles vêem uma jovem aos prantos e um enorme vulto fugindo pelos becos escuros da cidade baixa. Magnus e Tavos tentaram seguir a criatura, porem a atitude foi em vão ao chegar nos esgotos o monstro fugiu sem rastros pelo sistema subterrâneo da cidade. Enquanto isso Elrond e Osbourn consoloam a jovem, descobrindo que um jovem muito atraente houvera chamado ela para aquele beco. Ela se sentiu compelida a obedecer ele, mas assim que ela chegou perto o sulficiente ela notou que na verdade se tratava de um monstro parecido com um lobisomem. Assim que os aventureiros chegaram devido ao grito dela, a criatura rosnou e fugiu para longe.

Conforme Geshtar e Tavos retornaram um jovem paladino chegou no lugar. Ele se apresentou como Josan e após algumas explicações os aventureiros ganharam a confiança dele e foram convidados a se encontrarem na manhã seguinte com ele em frente a enorme biblioteca da cidade, as Folhas do Aprendizado.

Após a noite numa boa taverna local eles encontram Josan esperando por eles no local combinado. O paladino explica que Lua Alta esta passando por momentos difíceis atualmente, do oeste o Rei da Tempestade ameaça frequentemente invadir as terras dos vales se o tributo não for pago, do norte os drows se aproximam cada vez mais pela vasta floresta de cormanthor e para piorar as coisas um monstro que mata jovens moças da cidade parece ter surgido do nada. Ele pede ajuda dos jovens para que eles descubram onde vive tal monstro e o matem de uma vez por todas. Aceitando o desafio o grupo destemido segue pela cidade para investigar tais crimes e conseguir encontrar pistas que levem ao monstro.

Após alguns dias agitados juntando peças do quebra-cabeças os aventureiro descobrem que o monstro possa ter relação com o jovem e bobo curtidor de couros que trabalha perto dos esgotos da cidade. Em especial Elrond consegue alguns contatos com o círculo de druidas locais e descobre informações cruciais. Mas as buscas deles despertaram a curiosidade de pessoas importante e eles receberam uma carta assinada em sangue mandando que eles parassem as investigações, também foi graças a essas investigações que eles despertaram o interresse do mago Aleph no grupo. O mago prometera lhes passar informações importantes depois que eles concluíssem a missão atual deles. Após algumas sábias magias de Geshtar os heróis descobriram que o jovem curtidor havia sido alvo de alguma magia ou encanto maligno quando ele estava ao norte, perto de um local chamado vigília negra. Após retornar ele ficou enlouquecido e começou a matar as jovens durante a noite. Ao seguirem ele após o por-do-sol eles vêem a trasnformação do jovem acontecendo e ele se tornando um enorme carniçal que parte para cima deles uivando. A luta é perigosa e mortal mas por fim Magnus da um golpe de misericórdia, matando a besta infernal.

Ao retornarem para a cidade descobrem que um mago mercador foi morto de forma horrenda enquanto estavam na área da cidade baixa. Perguntando ao extraplanar que eles conheceram, o Rakshassa Saghar Samkif, eles descobrem que na verdade o mago assassinado era um dos Magos Vermelhos de Thay e ele planejava abrir na cidade um comércio de itens fabricados via trabalho escravo. O Rakshassa adimite ter sido ele o assassino, e os motivos eram que o mago estava tentando jogar a culpa dos crimes do esfolador sobre o Rakshassa.

Tendo cumprido a missão de Josan este os agradece profundamente e adimite ver um grande potencial no grupo iniciante de aventureiros. Ao saírem, Josan chama Magnus em particular e explica a ele que existe uma antiga ordem de paladinos, o Flagelo do Caos, do qual ele faz parte. Essa ordem existe desde tempos imemoriáis para proteger o povo de fâerun e Magnus possui o coração puro para que ele possa participar da ordem. Josan diz que ainda é cedo, mas se Magnus continuar nesse caminho poderá se juntar a ordem...