Magnus nasceu na cidade de Lordaeron na Terras dos Vales dentro da região do vale profundo, sua cidade era conturbada por conflitos entre igrejas rivais, essas igrejas pertenciam aos Deuses Torm e Helm, apesar destes Deuses serem aliados na luta contra o mal, seus fieis pelo contrário eram inimigos declarados. Na família de Magnus todos eram devotos do Deus Torm; seu pai Hector, um fiel paladino do Deus Torm, vivia em missões pela sua igreja e sempre quando retornava contava a seu filho Magnus um pouco de suas aventuras e lhe ensinava os preceitos do templo de Torm e sobre o código de conduta de um Paladino; sua mãe Jaina que trabalhava como ferreira na cidade, gastava um pouco de seu tempo mostrando ao seu filho Magnus como era forjado uma armadura e lhe ensinando que características uma armadura pode ter pra cada tipo de material.
Além de sua forte educação religiosa devido a influência da igreja, a qual lhe permitiu ter um vasto conhecimento sobre os deuses e religiões antigas, Magnus aprendeu também sobre a fisiologia de certas raças e um pouco sobre a hierarquia e diplomacia. Desde muito novo, Hector também vem lhe ensinando sobre as técnicas de luta e como controlar e adestrar um animal para batalha.
Após alguns anos a rivalidade entre os dois Templos em Lordaeron vem crescendo muito e como todo o certo econômico, político e militar da cidade girava em torno dessas duas igrejas, a cidade começava a se fragilizar. Hector já havia percebido que essa rivalidade estava enfraquecendo a cidade e que se continuasse nesse ritmo, as defesas de Lordaeron não suportariam um ataque de 100 homens, com isso em mente ele se aliou a um dos fieis de Helm, Uther “The Lightbring”, que também se preocupava com as defesas da cidade e ambos começaram uma campanha a favor da aliança das duas igrejas com intuito de não só reerguer as defesas da cidade mais também de fortalecer o comércio desta com as outras cidades; inclusive a capital de vale profundo, Lua Alta.
Porém, o que Hector e Uther não sabiam é que seria mais fácil destruí um dragão do que um preconceito. Magnus que ainda era um criança, não sabia além daquilo que seu pai Hector falava, em uma noite Magnus escutou a conversa entre os dois:
-Hector, nós já tentamos convencê-los através da razão, porém estes homens não conseguem enxergar um palma a frente de suas mãos, só nos resta aquilo que eu havia lhe dito.
-Não Uther, isso esta fora de questão. Muitas vidas inocentes podem morrer.
-Mas pense em quantos podemos salvar, seria pelo um bem maior.
Magnus foi dormir sem entender muito sobre o que seu pai e Uther planejavam, passaram alguns meses depois e quando ele caminhava ao templo de Torm, ele observou que havia uma grande movimentação de ambos os templos, ele perguntou o que estava acontecendo ao primeiro que viu e lhe disseram que uma criatura poderosa tinha atacado um posto de vigilância, seu pai estava passando ao lado de membros da igreja de Helm e Torm quando Magnus gritou:
-Pai, o que esta havendo?
-Filho, parece que um dragão atacou o posto de vigilância da igreja de Helm, os sacerdotes de Helm já enviaram muitos guerreiros pra lá e até o momento nenhum retornou, como o sarcedote da nossa igreja teme que esse problema chegue até a nossa cidade, nós estamos juntando forças para derrotar este dragão, agora deixe me ir que tenho que ajudá-los.
Então pela primeira vez, as igrejas antes inimigas se tornam aliadas na guerra, a batalha durou alguns dias e então no amanhecer do 3ºdia retornam alguns paladinos e clérigos, entre eles estava Hector. Logo quando retornou ele fez o sinal de que havia alcançado a vitoria, foi um dia inteiro de festa. A primeira coisa que Magnus fez foi procurar o seu pai para parabenizá-lo pela vitoria, quando chegou em casa a expressão em seu rosto não era de felicidade.
-Pai o que houve, porque não esta comemorando, o senhor salvou a cidade e agora não existe mais a rivalidade entre as nossas igrejas.
-É filho, porém o preço pago por isso foi muito alto, lembre-se nada vale a vida de um inocente.
Magnus sem entender o que o seu pai queria dizer saiu e retornou as suas atividades, durante algum tempo o que se esperava era a criação de uma aliança, mas a única coisa que aconteceu foi a expulsão de um membro da igreja de Helm e o retorna as hostilidades de ambas as igrejas, nada muito claro foi passado para a população, apenas que o servo expulso era Uther Lightbring e que o motivo seria a sua falta de lealdade, isso provocou murmúrios na cidade, pois Uther era conhecido por sua força e lealdade a Helm.
Entre os murmúrios havia um que dizia que Uther teria feito algum realmente vergonhoso e que as duas igrejas estavam expulsando-o, porque temiam um guerra civil entre a população, algo que seria ruim no atual estado da cidade que vem de perdas da batalha contra o dragão, o fato é que a aliança durou pouco e que a cada dia a cidade ficava mais pobre e fraca, pequenos conflitos começaram a surgir também, de alguns fieis de Helm que não aceitaram a expulsão de Uther, eles diziam que os sacerdotes de Helms estavam se submetendo aos de Torm e que haviam perdido seu orgulho.
Após algumas semanas da expulsão de Uther, em uma noite fria com uma nervoa densa, a cidade já muito enfraquecida sofreu um ataque do aparenta ser um necromante, pois havia várias mortos-vivos e no meio deles alguém em um cavalo negro que os controlava, Magnus acordou em meio a chamas de sua casa, rapidamente pegou sua espada e procurou por sua família na esperança de ainda estivessem vivos, ele estava mais preocupado com sua mãe já que pai sabia muito bem se defender, afinal ele que ensinou a Magnus como lutar.
Após algum tempo ele encontra sua mãe sendo atacada por um grupo de mortos-vivos ele consegue proteja ela de alguns mais começam a surgir mais, então eles decidem recuar para o templo, onde eles sabiam que havia proteção contra esse tipo de criatura, contudo ao longo sua fuga para o templo, o cavaleiro negro ataca Jaina pelas costas, Magnus que estava um pouco a frente evitando os mortos-vivos que viam, vira-se com o grito de sua mãe, com o ódio adendo em seu peito ao ver sua mãe no chão sangrando ele parte em investida contra o cavaleiro, mas antes de se aproximar um outro homem montado em um cavalo passa por ele; era seu pai ,Hector, indo em direção ao inimigo com uma espada brilhando com uma luz tão intensa que era difícil visualizá-lo, quando Magnus pensou em ir ajuda ao seu pai, já havia muitos mortos-vivos ao seu redor e após alguns momentos de resistência um dos morto-vivos acertar Magnus que caiu inconsciente do chão.
No dia seguinte quando ele acordou, ele descobriu que seu pai e sua mãe haviam sido mortos em combate e a cidade foi tão destruída que a maioria da população foram para outras cidades, naquele dia Magnus entendeu realmente a importância dos Paladinos, o mal só traz dor e sofrimento e é por isso que nós Paladinos existimos, para expulsa toda e qualquer forma de maldade. Foi neste dia que ele decidiu ser como seu pai, um destruidor do mal, custe o que custar mesmo se for a sua vida o preço.
Foda!!!
ResponderExcluirA historia do desenvolver da cidade e da rivalidade entre os templos ficou otima!
Os varios ganchos que voce deixou tambem ficaram excelente como oque uther cometeu que o expulsou, ou qual foi o sacrifício que hector cometeu!
muito bom!
2000 mais um item unico e raro!!!!